O sargento da Polícia Militar e assessor de deputado estadual #Coronel Telhada (PSDB-SP), Hermes Vieira da Silva, de 57 anos, foi assassinado com seis tiros, na começo da tarde de ontem (19), no Parque Guarani (região de A.E. Carvalho), na Zona Leste de São Paulo.

Segundo informações da Polícia Militar, o sargento estava de folga e fazia a segurança de uma feira livre, mas no momento do crime, tinha ido tomar um café, na Rua Flor de Caboclo, quando, por volta das 12h40, dois homens se aproximaram e Silva reagiu, houve confronto e ele acabou sendo baleado com quatro tiros no rosto e dois no peito. Levado ao Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, não resistiu.

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Os dois assassinos conseguiram escapar e não se sabe se algum deles saiu ferido do confronto.

Uma testemunha que estava na padaria e que também acabou ferida na virilha contou que os homens desceram de uma motocicleta e atacaram Silva, ambos estavam armados [VIDEO]e tentaram levar as armas que o sargento usava para fazer a segurança da feira.

O deputado Coronel Telhada postou em suas redes sociais que o assessor e amigo foi vítima [VIDEO] de uma emboscada. O político lamentou a notícia e citou que era amigo de Silva há mais de 25 anos e prometeu dar mais novidades posteriormente. Encerrando a postagem desejando que Deus receba o amigo em seu reino de glória.

Além de assessor do deputado Coronel na Assembleia Legislativa de São Paulo, Silva também atuava pela Igreja Evangélica Avivamento Bíblico.

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Deputado é conhecido por ser linha dura e polêmico

Antes de se entrar para a política, o Coronel Telhada foi figura de destaque na Rota. Durante sua carreira como policial matou 36 pessoas, segundo ele, nenhum inocente, e colecionou diversos processos e polêmicos. Conforme sua fama ia crescendo, muitos o admiravam, mas também era alvo de duras críticas por parte de outros.

Ele é evangélico e se diz um “soldado de Cristo”.

Política

Em 2012, entrou para a política e elegeu-se vereador da cidade de São Paulo com a quinta maior votação. O Ministério Público chegou a pedir a impugnação de sua candidatura por incitação à violência.

Em 2014, elegeu-se deputado estadual com mais de 250 mil votos.

Nos anos de 2013 e 2014 se envolveu em uma grande polêmica ao usar R$ 52 mil de sua verba de gabinete para fazer uma revista chamada “Coronel Telhada em Quadrinhos”. A assessoria de Telhada afirmou que o dinheiro não foi gasto na produção do gibi, mas sim, em boletins informativos. #Policia Militar #crime bárbaro