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É difícil para alguém aceitar a morte de pessoas que perdem as suas vidas de forma brutal, após serem vítimas de criminosos que agem impiedosamente. A dor e a tristeza fazem-se presentes na família de #Kelly Cadamuro, que ainda não se conformou com a morte da jovem, assassinada após oferecer #carona através de um aplicativo de conversação. Ela viajava de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, para Itapagipe (MG), local em que ela se encontraria com seu namorado para comemorar o aniversário de sua sogra, mas Kelly nunca chegou.

A vida da jovem radiologista foi interrompida por um criminoso que agiu friamente ao marcar uma carona com a jovem pelo WhatsApp.

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Kelly entrou para os casos de feminicídio no país, após ser estuprada e morta por Jonathan Pereira do Prado, que foi preso no mesmo dia em que o crime aconteceu.

Jovem foi morta na véspera do Dia de Finados, após oferecer carona por grupo no WhatsApp

Era véspera do Dia de Finados, 1º de novembro, quando Kelly foi vista pela última vez por seus familiares. Depois que a jovem deixou de dar notícias no início da noite daquela quarta-feira, toda a família de Kelly ficou preocupada.

Pouco tempo depois, eles saberiam da tragédia, após o corpo da jovem ser encontrado seminu em um córrego. Desde o início as investigações apontavam para que Kelly havia sido estuprada, mas o criminoso negava que isso aconteceu com a jovem, alegando apenas que havia a matado e roubado parte de seus pertences que estavam no carro.

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Três pessoas foram presas até agora por envolvimento no caso de Kelly Camaduro. Além de Jonathan, outros dois homens foram presos por terem interceptado mercadoria roubada proveniente da morte de Kelly. Além das rodas do veículo, a bolsa e o celular da jovem estava com outros dois criminosos, que não participaram da morte de Kelly, [VIDEO]mas foram detidos por estarem em posse dos objetos da vítima.

Família quer rever inquérito e acredita que existem novas informações sobre o caso

Para os familiares de Kelly, a investigação deverá ser mais aprofundada a respeito dos últimos contatos que foram feitos no celular da jovem. Foi pedido na Justiça a quebra de sigilo telefônico [VIDEO], pois a família da radiologista quer saber mais informações sobre a mulher que teria marcado carona com a jovem, mas não estava no local de encontro, onde apenas Jonathan estava.

Para eles, essa mulher também pode ter envolvimento no caso. Além disso, os familiares dela alegam que uma ligação sem identificação foi recebida no celular da jovem na noite do crime e eles ainda não sabem quem era.