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Inconformado com o fim do relacionamento, o caminhoneiro Cléder Gonzaga Ilário, de 42 anos, assassinou a ex-namorada Maria Aparecida da Silva Santos, 50 anos. O crime ocorreu na última segunda-feira, em um #Motel na Rua Taquaral, próximo à rodovia Raposo Tavares, em Cotia (Grande SP).

Cléder e Maria namoraram por dois anos, mas ela optou pelo rompimento há dois meses, pois se sentia extremamente sufocada com as mensagens e exigências dele. A vítima já havia feito um boletim de ocorrência contra o caminhoneiro por causa de uma agressão.

No dia do crime, Cléder chegou às 5h30 ao restaurante que Maria mantinha na cidade de Itapevi e a rendeu, obrigando-a a entrar em seu carro.

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Os funcionários presenciaram a cena e contaram à polícia. Em seguida, ele foi para o motel em Cotia, onde a assassinou com várias facadas.

Às 12h, Cléder saiu do quarto e ao chegar à portaria do motel, disse que a companheira ficaria um pouco mais, pois estava tomando banho. Como é de praxe, a funcionária ligou para o quarto para saber se estava tudo bem, mas como não foi atendida, informou ao caminhoneiro que uma recepcionista iria até o quarto verificar, nesse momento, ele ficou muito agitado, deu ré no carro, arrebentou o portão e fugiu em alta velocidade.

Os funcionários do motel ligaram para a polícia militar e quando o quarto foi aberto, o corpo de Maria f [VIDEO]oi encontrado com várias perfurações no pescoço e peito.

Mais tarde, a polícia encontrou o carro de Cléder em uma estrada no Morro Grande que fica a mais de 20 quilômetros do local do crime.

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O assassino, porém, já havia fugido. Dentro do veículo havia toalhas com sangue e a chave do quarto do motel.

Maria foi enterrada na terça-feira, no Cemitério Municipal Olavo de Castro, em Itapevi. Ela deixa três filhos e sete netos.Já Cléder segue sendo procurado pelo polícia e responderá pelo crime de feminicídio [VIDEO].

Caminhoneiro era considerado inteligente

Familiares e amigos afirmaram que Cléder era muito inteligente, falava bem e era cativante. Entretanto, o caminhoneiro já havia sido preso, em 2008, acusado de roubo.

Feminicídio no Brasil é uma triste realidade

Casos como o de Maria, infelizmente são muito comuns no Brasil. Entre março do ano passado e março deste ano, oito mulheres foram assassinadas por dia no país.

Na maioria dos casos, antes de ser assassinada, a mulher já sofreu agressões e ameaças de seu companheiro, mas acabou relutando em denunciá-lo ou mesmo quando o denunciou, não encontrou apoio suficiente da lei para afastá-lo. #Feminicídio #crime bárbaro