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O #general Eduardo Villas Bôas, comandante-geral do Exército, não está tendo uma vida fácil com seus problemas de saúde. Ele luta diariamente pela vida e tenta se manter firme no posto, o que, segundo ele, o ajuda a vencer as dificuldades. Nos bastidores do Exército já se fala de um novo nome para sucedê-lo.

Em março deste ano, Villas Bôas falou sobre a sua saúde e revelou que possui uma doença degenerativa que afeta a musculatura. Nos eventos em que participa, as pessoas o percebem com uma respiração bem cansada e ele se utiliza de cadeira de rodas para dar as suas palestras.

O general afirma que mesmo estando com uma saúde fragilizada, ele ainda tem forças para honrar o seu posto e ser um exemplo para outros #Militares.

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Especulações surgem a todo momento para saber até quando Villas Bôas terá forças de continuar no cargo e nomes considerados linha-dura podem tomar a frente do Exército.

Mesmo diante da negativa do general, existem rumores de que ele estaria se segurando o quanto pode no posto para não abrir chances de que generais voltados à intervenção militar assumam o comando da Força, como por exemplo, o general Antonio Hamilton Mourão [VIDEO] que causou polêmica ao dizer que se o Poder Judiciário [VIDEO] não expulsar os corruptos dos seus cargos, o Exército agirá em prol do povo.

Além de Mourão, outros generais também seguem o caminho de suceder Villas Bôas. Entre eles estão: Juarez Aparecido de Paula Cunha e Gerson Menandro. Esses generais são os mais bem posicionados no ranking para assumir o comando.

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Nomeação

Em março do ano que vem, esses generais irão para a reserva e Villas Bôas deixou claro que não é de praxe do Exército nomear alguém da reserva para assumir o comando.

O general ressaltou que jamais pretende barrar a chance de algum colega assumir o seu lugar. Ele comentou que todos os que foram citados têm condições suficientes de serem até melhores que ele no comando da Força.

Preferência

Surgiram informações de que o comandante-geral do Exército prefere o general Fernando Azevedo e Silva para o seu posto. Ele seria um militar moderado, respeitado pelos outros oficiais e que possui boa relação no meio político.

Porém, o general nega que ele tenha essa preferência e afirma que o seu contato com Fernando é mais visível devido a ele ser o Chefe do Estado Maior do Exército.

Villas Bôas afirmou que não tem como pensar em quais características são necessárias para um perfil exato de um comandante, ainda mais nesses tempo de crise no país.