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Milhares de mulheres são vítimas de homens todos os anos e entram para as estatísticas de feminicídios registrados em todo o país. São crimes como o que aconteceu com Kelly Cristina Cadamuro, de apenas 22 anos, que deixam a população indignada. A mulher sempre é considerada refém na mão de homens que se preparam para cometer crimes contra elas. Como aconteceu com Kelly, o criminoso agiu de forma premeditada. Kelly é mais uma mulher entre outras vítimas recentemente que perderam as suas vidas nas mãos de homens violentos. Poucos dias depois que o crime de Kelly aconteceu, outra jovem foi morta de forma brutal no interior de Goiás e virou notícia em diversas mídias.

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Com onze tiros no rosto, uma adolescente de 16 anos foi morta por Misael, de 19, que mantinha um amor secreto pela jovem. O assassino matou a menina dentro da escola durante as aulas que aconteciam com outros alunos no local.

Mulheres ficam cada vez mais inseguras diante de tanta brutalidade acontecendo contra elas

A preocupação com a segurança é algo que passa na cabeça de todas as mulheres que, além de sofrerem com a violência de gênero, são obrigadas a conviverem com o preconceito e com a culpa que recai sobre elas de forma inexplicável, como a culpa era do vestido curto, de andar sozinha na rua à noite ou até de ser bonita demais. Muitas mulheres que sofreram violência são acusadas de terem atraído seus agressores, e alguns internautas até apontaram, [VIDEO]de forma absurda, que Kelly seria culpada por sua morte ao oferecer #carona a um estranho que tinha conhecido em um aplicativo.

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Jonathan está preso em Frutal - MG, após matar Kelly Cadamuro

O criminoso responsável pela morte de Kelly foi preso horas depois em que o crime aconteceu pela #Polícia de Frutal, no interior de Minas Gerais. E um assunto polêmico vem ganhando as redes sociais, após Jonathan Pereira do Prado e os outros dois envolvidos detidos, por receptação dos objetos roubados de Kelly, vão receber ajuda do estado para se defenderem da acusação e até podem sair da cadeia, [VIDEO] após um relaxamento da pena, que pode acontecer depois de algum tempo em que eles ficarem detidos.

Três advogados foram enviados para representar os presos

Como os três não possuem condições financeiras para arcar com os custos de um advogado, está previsto que eles têm direito a um defensor público, conforme rege a Constituição Federal, que assegura o acesso à defesa para qualquer cidadão. Órgãos ligados aos Direitos Humanos fazem esse trabalho de mediação dos presos em busca de ajuda com advogados, promotores e defensores, para que sua pena seja revista. Foram enviados três advogados para acompanharem o caso dos envolvidos, além de Jonathan, Wander Luis Cunha e Daniel Teodoro da Silva. Na internet muitos lamentam tal ajuda do Governo e acham que eles não mereciam nada disso. #KellyCadamuro