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Segundo os familiares de #Kelly Cadamuro, o inquérito que foi encerrado com 10 dias, conforme o artigo 10 do Código de Processo Penal prevê, pois quando o suspeito é detido em flagrante o prazo de conclusão cai de 30 para 10 dias, contém lacunas. A família chegou a contratar um detetive para acompanhar as investigações e a opinião é uníssona: alguns pontos do inquérito ficaram nebulosos ou não são conclusivos.

Kelly Cadamuro, de apenas 22 anos, foi morta por #Jonathan Pereira após oferecer carona por WhatApp. A moça que iria se casar em breve queria apenas dividir os custos da viagem e guardar dinheiro para realizar seu sonho.

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Infelizmente ela não teve tempo para isso. Ela foi encontrada morta com a cabeça submersa nas águas de um rio, despida da parte de baixo do corpo.

O inquérito foi concluído dentro do prazo previsto, porém, segundo os familiares, existem situações não esclarecidas e por isso a família pede algumas coisas à Justiça para esclarecer, por exemplo, de quem era a chamada recebida sem identificação após o crime e outra situação intrigante que não foi revelada pelo inquérito: quem seria a mulher que combinou a carona com o assassino e na reta final desistiu [VIDEO]?

Polícia Civil de Frutal conclui inquérito, indicia assassino por 3 crimes qualificados, mas família teme condenação mais branda

A Polícia do município de onde ela foi encontrada morta concluiu que Jonathan deve ser julgado por feminicídio, ocultação de cadáver e estupro.

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Mesmo que os médicos, em um exame preliminar, não identificassem o ato consumado, segundo a lei do estupro, o simples constrangimento da vítima já poderia ser enquadrado como crime de estupro. No caso, Jonathan não soube explicar, ou se contradisse sobre o motivo de Kelly ter sido encontrada sem calcinha e calças e as peças serem achadas a centenas de metros do local [VIDEO]do corpo.

Jonathan foi preso em flagrante no mesmo dia.

Entretanto, a família acredita que a mulher que combinou carona e não compareceu seria um comparsa possivelmente não preso do assassino. A família também pede a quebra do sigilo telefônico da moça, pois segundo eles houve uma chamada não identificada no celular, depois que ela foi morta.

Parentes de Kelly Cadamuro pedem a quebra de sigilo telefônico de Kelly

O advogado da família disse que pediu na fase ainda do inquérito que o sigilo do telefone da vítima fosse quebrado para que esses pontos fossem esclarecidos. Jorge Argemiro de Souza Filho, também afirma que o inquérito tenha sido precipitado, apesar de não achar que esteja bem formulado. Segundo o profissional de direito, apenas existem algumas vacâncias no indiciamento e perguntas que ficaram sem respostas. Por isso, a família está tão revoltada.

Para a Polícia, a mulher que teria combinado e não comparecido no final para a carona, não passava do próprio assassino criando uma artifício para facilitar sua ação criminosa [VIDEO].

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