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A reconstituição do caso referente ao assassinato de Kelly Cristina Cadamuro [VIDEO] trouxe novos detalhes sobre a morte da jovem. A radiologista foi assassinada após combinar uma carona através do aplicativo de mensagens #WhatsApp. A garota tinha apenas 22 anos e acabou perdendo a vida de uma maneira trágica. O acusado de cometer a atrocidade já era um antigo conhecido da #Polícia e agora carrega mais um delito em sua ficha criminal.

De acordo com as informações da polícia do município de Frutal, a causa da morte da radiologista foi mesmo asfixia mecânica [VIDEO]. Crimes dessa natureza sempre geram revolta na população.

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Esse caso especificamente causou grande indignação nos brasileiros, deixando a maioria das pessoas em choque. Isso porque boa parte das pessoas atualmente usa o mesmo tipo de aplicativo para combinar carona. A carona funciona como uma ajuda mútua entre os usuários. As pessoas que vão para o mesmo lugar combinam antecipadamente a carona e dividem o combustível. Desta forma, a viagem fica mais barata para ambas as partes.

No entanto, o que aconteceu com a jovem radiologista trouxe à tona um debate sobre o uso desse tipo de grupo nos aplicativos de mensagens. A maioria das pessoas que usa esses grupos começou a se questionar sobre a segurança. Já que muitas vezes o motorista e o carona não se conhecem.

A polícia concluiu o inquérito da morte de Kelly Cadamuro [VIDEO] na última sexta-feira (10).

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O assassino da jovem foi indiciado por três crimes, ocultação de cadáver, estupro e latrocínio (quando o bandido além de roubar também mata a vítima). O criminoso está preso no presídio do município de Frutal.

Bruno Giovannini, delegado responsável pelo caso, ainda não falou sobre o resultado das investigações. Ele somente deve se pronunciar nesta segunda-feira (13). Os investigadores ainda não confirmaram se o fato do assassino ser indiciado por estupro tem relação com a conclusão dos exames feitos pela perícia.

O laudo feito na necropsia e o atestado expedido pelo médico não haviam constatado abuso sexual. Por esse motivo, foram solicitados exames complementares para averiguar se a vítima foi estuprada pelo criminoso. Os investigadores suspeitaram devido a jovem ter sido encontrada seminua.

No entanto, o Código Penal Brasileiro, em seu artigo 213, define estupro como ato de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, obrigando a pessoa a ter conjunção carnal, praticar ou permitir o ato sexual.

O acusado de cometer a barbaridade com a jovem Kelly Cristina Cadamuro confessou o crime. No entanto, o meliante Jonathan Pereira do Prado afirmou de maneira contundente que não cometeu abuso sexual. Segundo ele, a radiologista foi encontrada com as calças abaixadas porque quando arrastou a vítima até o local onde o corpo foi localizado, elas acabaram descendo. #Caso de polícia