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O assassinato da #estudante Raphaella Noviski, de 16 anos, tem causado grande revolta na população da cidade de Alexânia, Goiás. Sem nenhum aviso ou ameça, Misael Pereira Olair, de 19 anos, entrou na #Escola em que Raphaella estudava e fez 11 disparos com arma de fogo contra ela. A estudante não teve nenhuma chance de se defender e morreu no local. Os moradores da cidade de Alexânia estão revoltados com o caso. Durante o enterro, que aconteceu na manhã desta terça-feira (7), dezenas de pessoas pediram paz e justiça para o caso de Raphaella.

A delegada responsável pelo caso, Rafaela Azzi, gravou dois vídeos em que mostra o depoimento do rapaz [VIDEO].

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Ele falou que conhecia a vítima há aproximadamente 1 ano e que sentia “raiva” dela. No mesmo vídeo, ele disse que planejou o crime com bastante antecedência. Ele comprou uma arma de fogo, uma máscara e uma faca, todos os itens foram adquiridos com a intenção de tirar a vida de Raphaella. De início, Misael falou que não tinha nenhuma pretensão de namorar Raphaella, no entanto, é possível perceber pelas imagens que ele mantinha um desejo de namorar a jovem.

Mas a parte que mais chocou os internautas foi a frieza com que Misael contou os fatos. Ele disse que não sentia nenhum arrependimento de ter tirado a vida da jovem. “E se fosse sua irmã a vítima? Você já pensou nisso?”, perguntou a delegada. “Sim”, respondeu o atirador, demonstrando que mesmo assim não se importava.

No segundo vídeo gravado pela delegada, Misael mudou um pouco sua forma de pensar.

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Ele disse que agora está arrependido do que fez. “Hoje, depois da sua prisão, você está arrependido? De verdade, você viu a mãe da garota os familiares chorando na audiência de custódia. Você está arrependido?”, perguntou a delegada. “Estou”, respondeu Misael.

O que mais chamou a atenção no último vídeo foi uma cicatriz no rosto de Misael. A delegada responsável pela prisão disse que ele acabou caindo no banheiro do presídio [VIDEO] devido à pouca luz no local. O delegado de Misael, Joel Pires Lima, também deu a mesma versão: “Bateu o rosto na parede”.

De início houve especulações que Misael havia sido agredido dentro da cela. A repercussão do crime foi tamanha que talvez nem os colegas de cela o perdoaram. Mas nenhuma dessas informações foi confirmada pelas autoridades.

O juiz Leonardo Bordini disse que poderia abrir um inquérito, porém, disse que tudo levar a crer que foi mesmo um acidente. Misael confirmou com o magistrado que o roxo no rosto foi um acidente.