Publicidade
Publicidade

Uma professora, que não teve a sua identidade revelada, que leciona no Centro Municipal de #Educação (CMEI), da zona norte da cidade de Maringá, interior do Estado do Paraná, está sendo investigada pela Secretaria Municipal de Educação, após denúncia realizada na direção da unidade educacional, de ao menos 5 mães de crianças, entre quatro e cinco anos.

Segundo informações da Secretaria, as crianças teriam sido agredidas física e psicologicamente como forma de punição por indisciplina pela professora [VIDEO], que agia levando os alunos até o banheiro, segurando os mesmos de forma grosseira pelo braço. No banheiro, empurrava as cabeças das crianças contra o vaso sanitário e posteriormente acionava a descarga.

Publicidade

As mães inconformadas com a situação gravaram conversas com seus filhos, nas quais as crianças dão indícios de que a professora realizava os abusos. Um dos vídeos chegou a ser reproduzido em um programa de Televisão local [VIDEO], e se espalhou pelas redes sociais, em que uma criança conta que ficou de castigo, foi levada ao banheiro e teve a sua cabeça colocada dentro do vaso sanitário, como punição para que ela não corresse mais.

Uma das mães que preferiu não ser identificada, informou que a primeira suspeita de agressão veio à tona após uma outra mãe de uma criança também agredida ter visto a filha aplicando o mesmo castigo em uma boneca durante uma brincadeira. A mãe informou sobre a suspeita, num grupo do aplicativo de mensagens #WhatsApp, formado pelos pais dos alunos da escola, em virtude de no começo deste ano letivo já terem enfrentado problemas com a mesma professora.

Publicidade

A secretária de educação Valkiria Trindade de Almeida Santos se pronunciou sobre o caso e informou que a denúncia realizada pelas mães foi formalizada na segunda-feira, dia 06, e que imediatamente as 25 crianças que são alunas da professora foram avaliadas por uma psicóloga de forma coletiva. Algumas crianças que demonstraram particularidades, foram avaliadas individualmente.

Valkiria disse ainda que um procedimento administrativo foi instaurado para apurar as denúncias, e que a professora foi afastada das atividades para que o processo corra com isenção. O prazo para conclusão do procedimento é de 60 dias, podendo ser prorrogado se necessário.

O Conselho Tutelar da cidade também foi colocado a par do ocorrido, e vem dando apoio para as famílias das crianças.

As mães também fizeram boletim de ocorrência junto a #Polícia Civil, e o caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e do Adolescente. A professora também registrou um boletim de ocorrência, sob a legação de perseguição.

A Prefeitura Municipal de Maringá informou através de sua assessoria de imprensa, por meio de nota, que o Prefeito Ulisses Maia (PDT) verifica a possibilidade de instalar câmeras de segurança nas unidades municipais de ensino, para que as crianças, funcionários e pais tenham mais segurança, e para evitar que episódios como este voltem a ocorrer.