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A Reforma Trabalhista, assim como a Reforma da Previdência, são mudanças na Constituição Brasileira, propostas pelo presidente Michel Temer e que já foram aprovadas na Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Essas mudanças têm como objetivo: colocar as contas públicas em ordem, estimular a economia e criar oportunidades de emprego para a população. Mesmo tendo todos esses benefícios para a população e para ajudar o país (pelo menos para o governo), a população e os trabalhadores contestam essas reformas, que atingem principalmente aqueles que dependem de alguns benefícios trabalhistas por partes de seus patrões.

As reformas não são feitas somente para os direitos e deveres dos trabalhadores, os patrões também terão algumas mudanças nos seus direitos e deveres em relação ao seu funcionário ou empregado.

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- Prevalência do negociado sobre legislado: o negociado quando em julgamento terá mais vantagem sobre o legislado.

- Jornada intermitente: a jornada intermitente, que antes era ilegal, agora passa a ter a poder ser adotada, desde que sejam cumpridos acordos entre os patrões e o empregado.

- Autônomos: o autônomo poderá ganhar a chance de contratação de uma empresa, ficando assim com mais fontes de renda (seu trabalho próprio e a empresa).

- Tele-trabalho (Home Office): definida como a prestação de serviço fora da empresa, com o uso da tecnologia, também será regularizado e terá um acondicionamento salarial específico para cada área desse tipo de trabalho e quem deseja abrir uma empresa neste ramo, inicialmente não enfrentará burocracias.

- Gratuidade da Justiça: a parte que perder uma demanda judicial trabalhista, mesmo que seja beneficiário da Justiça gratuita, terá de arcar com custas de perícias do processo..

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- Contribuição sindical: voltado para a ação dos sindicatos, que deverão fazer os repasses de tudo o que for arrecadado para ajudar a pagar dívidas trabalhistas e, em compensação, os sindicatos terão exclusividade na prestação de serviços para o Governo, assim como a classe trabalhadora a que pertence a tal sindicato.

- Férias: as férias serão divididas de acordo com o tempo que for determinado pelo patrão ou que for pedido pelo trabalhador, a maioria das divisões serão feitas em 3 meses.

Algumas outras medidas propostas por Temer para essas reformas ou foram barradas na Câmara dos Deputados ou no Senado Federal por políticos de maioria contrária ao governo. Ressalta-se que as reformas tiveram alterações na forma que foram apresentadas. #reformatrabalhista #Política