O novo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, assume a máquina estatal no meio de uma #Crise gigante e vergonhosa para a capital do país. Um rombo de 3,5 bilhões foi deixado nos cofres públicos do #Governo do Distrito Federal (GDF) pelo governo anterior de Agnelo Queiroz. Os servidores públicos continuam sem receber seus proventos, mas não deixou de acontecer a super festa da posse presidencial no dia primeiro de janeiro.

Sem receber desde dezembro de 2014, o funcionalismo público do GDF vai às ruas para manifestar indignação. Durante 5 horas do dia 09 de janeiro, em pleno eixo monumental, as categorias profissionais cobram pagamento de salários atrasados e algumas ameaçam entrar em #Greve mesmo após pagamento. 104 categorias decidiram pela greve geral, caso o pagamento não seja realizado no dia 10, conforme prometido pelo governo. Enquanto isso, o novo governador, Rollemberg, tenta dissuadir os sindicalistas para não procederem com as paralisações, solicitando bom senso. Bom senso difícil para quem depende do salário para viver. Quem vai pagar pelos juros das dividas em atraso?

Em reunião com os representantes do setor de saúde, o atual governador reconheceu a dívida dos trabalhadores em relação a salários atrasados, férias e 13º. salários, mas só garantiu o pagamento, de imediato, em relação aos salários de dezembro e a priorização dos salários futuros. Os demais compromissos funcionais, apesar de assumidos serão pagos quando puder. O final de semana é de tumulto neste setor, pois se já faltavam médicos e remédios nos hospitais públicos, agora será pior. Um grande impacto será na emergência dos hospitais, com a paralisação dos profissionais. Na segunda-feira o SindSaúde promoverá uma assembléia para deliberar o reconhecimento da dívida passada.

Na categoria de educação, os servidores públicos acamparam na frente da sede do governo e disseram que permanecerão até receberem seus proventos em atraso. As escolas públicas modificaram sua agenda de início das aulas para final de fevereiro, pois é necessário que ocorra reformas nas escolas.

O DF vive uma situação de calamidade pública, em relação aos servidores. Resta saber de que forma o governo federal enxerga esta crise e quais as ações para saná-la, principalmente por serem os mesmos governantes do Brasil na era Agnelo Queiroz.