Imagine um indicador inseparável de sua vida: o dinheiro. Ele parece um recurso tão indispensável quanto a água. Precisa ser gerido. Quando houver sobra de recurso financeiro há que se investir. Se faltar dinheiro parece que o mundo acabou. Como manter o equilíbrio? Quando lidamos com esse indicador, não podemos esperar que ele brote como as folhas e frutos ocorrem na natureza. Todo trabalho é pouco. Toda poupança é indispensável e todo controle é essencial.

A expressão maior do poder, o dinheiro, vem a público falar, porque exerce tanto fascínio entre as pessoas. Invenção do homem, talvez seja tão importante como a roda para sustentar a vida moderna.

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Surgiu como instrumento para facilitar as trocas e fundamentalmente essa função persiste até hoje.

Gerador de ostentação, o dinheiro nos proporciona conforto que passaria horas para descrever tal proeza. Transporta-nos de um país para outro. Com ele, degustam-se pratos de carnes nobres, com vinhos cuidadosamente envelhecidos, paga-se com ele a fatura do cartão de crédito.

Termômetro da economia de um país. Os abalos que o dinheiro sofre afetam de forma extraordinária os humores daqueles que com ele lidam. Pode gerar a guerra ou a paz em termos proporcionais, visto que interfere na economia política dos governos. Causador de desavenças, muitos perdem a vida pelo dinheiro.

Como um maestro regendo o Sistema como um todo. É a confiança que todas as pessoas têm de que, qualquer momento que se vá a um banco, disporão do numerário para atender às suas necessidades.

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O preço das habilidades contabilizado numa conta bancária. Afinal de conta se trabalha, porque se visa ter dignidade. Mas à leitura de uma nota feita erroneamente, a orquestra se desintegra. Foi o que aconteceu com o ex-governador do Distrito Federal, que no papel de maestro deixou a orquestra fora do compasso. Um prejuízo de forma generalizada dos serviços indispensáveis à população como: Saúde, transporte, educação, segurança e limpeza. Uma situação complicada que deixou como herança para o atual governo um déficit de R$ 1,1 bilhão de reais. Esse exemplo foi dado, apenas como mera ilustração, quando não se tem a capacidade para administrar o dinheiro público.

O dinheiro é bônus do trabalho, das suas escolhas profissionais. E raramente um prêmio da sorte, quando se ganha em bingos ou loterias. Seja qual for o seu caso, procure não se afastar da ética, dos valores que regem a vida. As pessoas que colocam o dinheiro como o seu objetivo principal têm a maior probabilidade de ficar ansiosas e depressivas do que as que priorizam bons relacionamentos.

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Depois que você alcança um nível de subsistência, sua renda tem pouco a ver com a vida satisfatória.

Conclui-se, portanto, que o dinheiro é a solução e o problema na mesma proporção. Isto é, compra o prazer, que é diferente de felicidade. O que nos confunde é que, quanto maior a frequência de compras para ter prazer, mais parecido esse prazer fica com a felicidade. Contudo nem mesmo os mais afortunados estão livre de frustrações, decepções, tristezas, perdas e qualquer outro sentimento ruim. O dinheiro não cria esse escudo, apenas amplia a oportunidade de sair mais rápido de um estado depressivo. #Negócios #Finança