Na tarde desta segunda-feira, 6, por volta das 16h10, alunos e professores de uma #Escola no Distrito Federal passaram por momentos de bastante terror, quando um morador da região, chamado Marivaldo Teixeira dos Santos, de 33 anos, resolveu entrar no colégio e agredir com socos e cadeiradas 16 pessoas. Segundo a Polícia Militar, eram 13 alunos, 02 professoras e 01 vigilante da escola, que era responsável pela segurança no momento.

Inicialmente, o agressor pediu ao vigia para entrar, o que foi negado. Nisto, o agressor pegou uma cadeira de estrutura metálica, a quebrou no chão e utilizou a barra de sustentação para agredir o vigilante.

Insegurança

Cerca de 400 crianças, com idade entre 10 a 13 anos, estavam no pátio no momento. O indivíduo começou a agredir as crianças que ele encontrava pela frente. Uma das professoras tentou impedi-lo, porém, foi arremessada contra a parede e agredida com golpes. Ela foi hospitalizada com suspeita de fratura nas pernas.

Uma servidora da escola pediu ajuda a um grupo de homens que passava naquele momento pela localidade. Com a ajuda do vigilante, eles conseguiram imobilizar o agressor, o amarrando até a chegada da polícia.

O homem foi preso pelo Batalhão Escolar da Polícia Militar e encaminhado para a 1º DP, Asa Sul. De acordo com informações fornecidas, Marivaldo estava em prisão domiciliar e já tem quatro passagens pela polícia por roubo qualificado, furto e tráfico de drogas, além de um mandato de busca e apreensão ainda em aberto. Antes de entrar na escola, ele havia tentado esfaquear algumas pessoas em uma residência perto do local.

Apesar de não poderem afirmar com certeza, a polícia detectou no homem sinais de embriaguez. A diretora da escola também confirmou o estado do indivíduo, que estava com os olhos vidrados e parecendo estar sob efeito de drogas. Testemunhas alegam que ele não se justificou em nenhum momento pelo ato que cometeu, permanecendo o tempo todo em silêncio. #Violência

Devido ao ocorrido, as aulas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e de Ensino Médio, que a instituição oferece no período noturno, foram canceladas. Até a noite, Corpo de Bombeiros e homens do Samu ainda atendiam a uma das professoras que foi agredida e estava em estado de choque, além da diretora da escola, também em choque.