O #Governo interino de Michel Temer é alvo de uma campanha por meio de órgãos internacionais, Cuba faz campanha contra o que chamam de "golpe". José Serra, que é o novo chanceler, criticou declaradamente a posição de alguns países sul-americanos que foram contra o processo de #Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em um e-mail enviado no dia 15 de maio de 2016, Cuba se expressou falando sobre o que intitularam de "golpe do Estado parlamentário e judicial no Brasil" . O jornal "Estadão de S.Paulo" obteve informações do e-mail em que Cuba alerta vários meios internacionais juntamente das Nações Unidas do que eles acreditam que seja um "golpe" no Brasil.

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Os diplomatas que abriram a mensagem encontraram um anexo que mostra #Michel Temer sendo acusado de enganação e que estava apoiado pela "imprensa reacionária e o imperialismo". 

Cuba encaminhou esse e-mail para várias entidades internacionais como a União Internacional de Telecomunicações, Organização Internacional do Trabalho, Comitê Internacional da Cruz Vermelha, secretaria da ONU, para Programas da ONU para o Desenvolvimento e Programas da ONU para o Meio Ambiente, além disso foi encaminhado também para a Organização Mundial da Saúde e Organização Internacional do Comércio. Dezenas de diplomatas receberam a mensagem e também grandes membro do governo suíço. A carta foi assinada na cidade de Havana, Cuba no dia 12 de maio de 2016, funcionários da ONU disseram que nunca haviam recebido nenhuma mensagem do governo de Cuba, já a imprensa internacional que tem sede nas Nações Unidas, afirmou dizendo que já teriam recebido a mesma asseveração. 

Preocupação de Temer

O governo interino tem a preocupação de mudar a imagem dada pela presidente Dilma Rousseff, de que foi feito um "golpe de Estado".

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Foi encaminhada, na última sexta-feira, uma nota feita pelo Itamaraty para todos os Ministérios de Relações Exteriores, dizendo que o processo de afastamento da presidente Dilma seguiu a lei e a Constituição Brasileira. Ban Ki Moon, secretário da ONU, disse em visita a Portugal que confia na democracia brasileira e que deve ser respeitada. O deputado Francisco Assis, no Parlamento Europeu, disse que "todos sabem que o Brasil não é a Venezuela", apenas dois deputados do parlamento português ficaram contra  o processo de afastamento da presidente.