A situação do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, encontra-se a cada dia mais complicada perante à Justiça. Após sua sucessora, a presidente afastada Dilma Rousseff, ter sido apeada do Poder, torna-se de extrema gravidade o envolvimento em escândalos de #Corrupção do ex-mandatário do País, considerando-se razão pela qual, os fatos investigados e indícios, são suficientes para até mesmo levá-lo para atrás das grades.

A preocupação de #Lula pôde ser percebida através de filmagens durante pronunciamento da presidente afastada Dilma Rousseff ao deixar o Palácio do Planalto. Enquanto Dilma caracterizava o seu processo de afastamento provisório como "golpe", as imagens das redes de televisão posicionadas captavam um semblante de preocupação na fisionomia de Lula.

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O ex-mandatário do País, que uma vez se tornou um dos líderes mais populares do Brasil, denotava a aparência de alguém abatido e desnorteado pelos acontecimentos em um dos momentos mais delicados da história política brasileira. Outro fator de instabilidade é a sucessora de Lula ter que deixar o Poder, sendo substituída pelo então vice, e agora, presidente em exercício do Brasil, Michel Temer.

Novas provas

A Procuradoria-Geral da República embasa uma denúncia oferecida contra o ex-presidente Lula, por tentativa de suborno a uma testemunha, em relação aos escândalos de corrupção da Petrobras que atingiram dramaticamente o País. Trata-se  da tentativa de silenciar a testemunha para que não envolvesse diretamente Lula nos casos de corrupção investigados. A finalidade seria evitar a qualquer custo o depoimento dessa pessoa, inclusive para que também não fosse mencionada a presidente afastada Dilma Rousseff e tampouco outros petistas no esquema de corrupção da Petrobrás.

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O plano era ousado, porém, os investigadores constataram que possuem provas robustas que podem piorar exponencialmente a situação de Lula.

Foram encontrados documentos que atestam a participação de Lula na ousada trama de suborno, como mensagens eletrônicas, extratos bancários e telefônicos, além do profundamento de  investigações  quanto à prática de crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. Se comprovada a tentativa de intimidação de testemunha, através da garantia de seu silêncio num processo de corrupção, Lula pode ter incorrido em obstrução de Justiça, no que se pode apregoar uma pena de até 8 anos de prisão. Vale ressaltar que o próprio procurador-geral da República assinalou que Lula era membro integrante de uma organização criminosa, e no momento atual, em que a presidente afastada aguarda o desfecho de seu processo de #Impeachment, verifica-se que ao ser exonerado do governo, sem foro privilegiado, a proteção acabou e mais perto está o ex-presidente de ser julgado em Curitiba, pela Operação Lava Jato, sob o comando do juiz Sérgio Moro.