A presidente afastada Dilma Rousseff já havia dito na última quinta-feira, 12, que lutaria até o fim contra o seu #Impeachment. Na cola dela, alguns Senadores chamados de 'Dilmistas', especialmente os do Partido dos Trabalhadores (PT), já anunciaram que vão fazer uma excursão planetária para denunciar o "golpe". A polêmica comitiva tem nomes como o de Vanessa Grazziotini, do PC do B do Amazonas, Libdbergh Farias, Rio de Janeiro e Gleisi Hoffmann, Paraná - os últimos dois do PT - e vai primeiro para Portugal já na próxima semana. O país já havia recebido outro comitiva há dois meses, essa a favor do processo de impedimento da companheira política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

O trio contra o "golpe" estará em reuniões da Eurolat, a Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana, que acontece em Lisboa, capital de Portugal, entre os dias 16 a 18 de maio.

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O grupo, de acordo com  informações do jornal O Globo em matéria publicada neste sábado, 14, teria sido organizado por Roberto Requião, do PMDB, um dos poucos que votou contra o processo de impedimento e que pertence à legenda do agora presidente em exercício Michel Temer. 

— Nossa orientação é de ir ao mundo inteiro denunciar esse golpe — disse Lindbergh ao jornal O Globo, dando a crê que novos países serão visitados pelo grupo. A reunião no exterior já provocou polêmicas na internet. "Basta saber quem está custeando as viagens", lembrou um internauta. O assunto não foi comentado pelos petistas, que ainda foram acusados na web de só viajarem de primeira classe. Essa informação, é bom lembrar, não foi confirmada ou negada pelo grupo. 

Os Senadores cumprem com um prospecto dado durante uma entrevista de Dilma ao exterior, a primeira depois de seu afastamento.

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Na conversa com os repórteres, ela avisou que se for convidada para falar sobre o "golpe" no exterior ou em instituições brasileiras, terá o prazer de ir. Na internet, chegou a circular uma falsa informação dizendo que Rousseff viajaria para ver Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. Essa viagem, pelo menos por enquanto, não é verdade.  #Governo #Dilma Rousseff