Mendonça Filho (DEM), novo Ministro da #Educação e da Cultura, foi recebido com vaias e muito protesto nesta sexta-feira (13). O protesto aconteceu em Brasília, quando ele foi se reunir com servidores. O encontro foi feito separado, com equipes da cultura e da educação, que até então eram duas pastas. A unificação foi uma das medidas tomadas por Temer e, seu primeiro dia de Presidente interino.

Ao se encontrar com a equipe da educação. Mendonça Filho foi recebido aos gritos de “fora Temer” e “fora golpista”. Na oportunidade ele falou sobre alguns pontos do novo governo.  A bolsa permanência foi abordada pelo novo ministro no encontro com a equipe da educação.

Publicidade
Publicidade

Os rumores eram de que esta bolsa, que ajuda estudantes em condições de vulnerabilidade a cursar graduação em universidade paga, seria cortada. Mendonça Filho disse que a "Bolsa Permanência" não sofrerá corte agora, mas, ao mesmo tempo, não vai receber novas inscrições.

De acordo com ele, como há muita demanda, o orçamento acabou. Inicialmente a ideia era de atender a 4 mil alunos, mas já são treze mil beneficiados.

Já no período da tarde, o encontro foi com a equipe da cultura. Mais uma vez ele não foi bem recebido. Os servidores o esperaram com cartazes de protestos e vaias.

Ao conversar com o portal G1 o novo ministro disse que foi “bem recebido” e atribuiu todos os protestos a petistas infiltrados. Segundo ele não eram servidores. Um dos gritos que pode ser ouvido por Mendonça Filho foi "cultura somos nós, nossa força, nossa voz".

Publicidade

O ministro prometeu que a Lei Rouanet e outros incentivos à cultura serão mantidos.

O fim do Ministério da Cultura não foi bem recebido por artistas, que se manifestaram através de uma carta enviada a Temer. A Associação Procure Saber e o Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música (GAP) pediram que #Michel Temer reconsidere a decisão.

Dentre os artistas que participam desses dois grupos estão nomes como Chico Buarque, Ivan Lins, Gilberto Gil, Djavan, Fernanda Abreu, Caetano Veloso e Frejat.

Veja o vídeo:

#Protestos no Brasil