#Lula está há um passo de ser preso e, conforme fontes, ele está desabando. O que mais preocupa o ex-presidente, neste momento, é o pedido de prisão feito pelo ministério público de São Paulo. O pedido de prisão foi encaminhado pela juíza paulista para a 4ª vara federal de Curitiba aos cuidados do Juiz Sérgio Moro. Moro, por sua vez, não quer analisar  o pedido antes do encerramento do julgamento no STF, relativo à nomeação de Lula  como ministro da casa civil. Entretanto, o ex-presidente poderá ser réu da #Lava Jato a qualquer momento. 

 O fato é que logo após o afastamento da presidente Dilma, o juiz federal poderá pedir sua prisão pelo motivo de perda de objeto.

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Esse fato poderá representar que o mandado de segurança, impetrado pelos advogados de Lula, perderá a função e, então, o caminho para a sua prisão estará livre. O que acontecerá logo após a sua prisão poderá abalar a mais alta cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT), com uma tragédia sem precedentes no Partido que comanda o país neste momento. O ex-presidente Lula, até a deflagração da operação Lava Jato, era considerado um mito, que possuía uma  trajetória política sem mácula. 

Primeiras investigações da Lava Jato

As primeiras delações feitas para os procuradores da Lava Jato deram a pista para o Ministério Público suspeitar da participação de Lula em vários esquemas de #Corrupção que envolviam diretamente a Petrobras. Com as delações de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobras, e de doleiro Alberto Youssef, os investigadores desvendaram o funcionamento do esquema da quadrilha que arrasou a Petrobras.

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A delações envolvem diretamente o ex-presidente Lula, mas como os dois não possuíam provas contra o mesmo, forneceram informações valiosas para que os investigadores chegassem até as empreiteiras envolvidas no esquema de lavagem de dinheiro.

Provas contundentes contra Lula

A Polícia Federal, ao quebrar o sigilo da empreiteira Camargo Corrêa, descobriu valores pagos à LILS, a empresa do ex-presidente que promove suas palestras. Além dessa, outras empreiteiras transferiram valores superiores a R$ 10 milhões até 2015. O Ministério Público e a Polícia Federal passaram então a monitorar todos os repasses e trabalham com a suspeita de dinheiro ilícito recebido por meio do esquema criminoso de propinas. Os investigadores agora estão comparando os valores pagos pelas empreiteiras à LILS e pedindo provas de que as famosas palestras  foram realmente realizadas.