Nicolas Maduro continua provocando polêmica ao comando da presidência da Venezuela. De acordo com informações do jornal 'O Estado de São Paulo' em reportagem publicada neste domingo, 15, o líder político faz ameaças estranhas para solucionar a grave crise que passa o país. Ele ameaçou tomar todas as fábricas que estiverem paradas ou "ociosas" e além disso, prender os empresários que as comandam. Com a inflação sem limites, muitos empresários preferiram parar de trabalhar na tentativa de diminuir os prejuízos. Maduro ainda assinou recentemente um decreto que dá poderes amplos para agir contra a crise. A oposição tenta dizer para o líder venezuelano que essas medidas poderiam explodir. 

Em um discurso feito na capital venezuelana, Caracas, Maduro defendeu que é necessário nesse momento tomar todas as atitudes possíveis para recuperar a produção do país.

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De acordo com ele, a culpa das paralisações é da "burguesia". Em seguida, o presidente falou que os empresários estão sabotando o país e que se isso continuar se repetindo, eles podem ser "algemados". A inflação na Venezuela é tão alta que o país mandou recentemente imprimir mais dinheiro. Faltam diversos tipos de alimentos no supermercado e tirando a capital Caracas, as demais cidades do país enfrentam uma grave crise energética, que também culmina no Brasil. O Acre compra energia do país governado por Maduro e a inconstância no serviço de distribuição tem aumentado.

Até o maior distribuidor de bebida e alimentos do país, as Empresas Polar, passam por dificuldades. Uma fábrica de cerveja teve suas portas fechadas em abril. O motivo foi a falta de moeda para conseguir comprar a matéria prima que fabrica a bebida alcoólica mais consumida na Venezuela.

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Maduro disse que o argumento da Polar é uma tentativa de fragilizar o país, deixando ainda mais escassos os alimentos no país. Ele já vive a possibilidade de sofrer um processo de #Impeachment, assim como aconteceu com Dilma no Brasil. Até mesmo papel higiênico tem faltado nos lares do país vizinho.  #PT #Dilma Rousseff