O presidente em exercício Michel Temer foi um dos responsáveis pelo repúdio do #Governo brasileiro às acusações de que o processo de impeachment é um "golpe de estado". De acordo com o jornal 'O Estado de São Paulo' em reportagem publicada neste sábado, 14, o peemedebista autorizou o novo Ministro das Relações Exteriores, José Serra, a publicar duas notas. Uma delas foi contra Ernesto Samper, secretário-geral da Unasul, a União das Nações Sul-Americanas. Além de autorizar o envio das notas, Temer teria escrito pelo menos um parágrafo de uma delas. O texto foi enviado pelo Itamaraty e lembra que o afastamento da presidente Dilma Rousseff está seguindo a constituição brasileira, além de ter aval do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Uma das reações mais preocupantes às notas é a do presidente Nicolás Maduro, que deu a entender que chamou o embaixador Alberto Castellar de volta ao país como represália a votação que ocorreu no Senado na quinta-feira, 12, quando Dilma recebeu 55 votos favoráveis à sua saída do governo até que o processo de impeachment seja analisado.

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A avaliação do governo brasileiro é de que não é hora de ficar calado e que o Brasil tem sua soberania nacional. As notas também acabaram atacando declarações de países e entidades bolivarianas, como Cuba, Bolívia e Nicarágua. 

Além das notas de repúdio, um terceiro texto, em formato de comunicado avisou todos os países que o Brasil tem embaixada que Dilma foi afastada. Neste sábado, a Venezuela enviou também um comunicado ao governo brasileiro, dizendo que não houve qualquer represália de Maduro e que o embaixador voltará para a embaixada da Venezuela em Brasília. 

Nesta semana, #Michel Temer pretende se aproximar dos movimentos sociais. O objetivo dele é discutir a reforma previdenciária. A ideia do peemedebista é aumentar a idade para se aposentar no Brasil, evitando que a previdência quebre nos próximos anos.

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A mudança precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional e é muito polêmica. E você, o que está achando das medidas de Temer? Comente!  #PT