A Senador Ana Amélia, eleita pelo Partido Progressista (PP) do Rio Grande do Sul, impressionou muitos brasileiros ao fazer sua tese do porquê a presidente Dilma Rousseff deveria ser afastada e responder ao processo de impeachment. Ela é um dos nomes preferidos para ser a líder do #Governo do presidente em exercício Michel Temer. No entanto, o peemedebista ainda não bateu o martelo e outros dois Congressistas ainda estão no pálio. São eles Ricardo Ferraço e Simone Tebet. Os nomes das duas mulheres são mais fortes neste momento, já que Temer tem cedido à pressão de populares e artistas, que acusaram seu governo de não promover a diversidade. Até Dilma fez críticas à base Ministerial do político, que ainda extinguiu algumas pastas, como o Ministério da Cultura. 

A Cultura se juntou à Educação, mas depois de críticas deve virar uma Secretaria.

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Até o nome do comandante da pasta já é discutida. Novamente, quem deve assumir é uma mulher. No entanto, o nome desta ainda não foi fechado pela legenda, que deve fazer o anúncio já na semana que vem.

Quem é Ana Amélia?

Nascida em 1945 no Rio Grande do Sul, Ana Amélia Lemos fez carreira política no estado. Ela se formou em jornalismo em uma universidade de Porto Alegre. Ainda durante os estudos, a futura Senadora começou a se relacionar com a classe política, aproximando-se do então governador Leonel Brizola. Na década de 70, ela passou por jornais e rádios, inclusive, uma afiliada da TV Globo.

Veja um vídeo com a hoje Senadora atuando como âncora da Globo:

Ela foi diretora da RBS, afiliada da emissora até o ano de 2003. Sem filhos, ficou casada  Octávio Omar Cardoso até seu falecimento, no ano de 2011.

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Em 2010, ela se candidatou e venceu as eleições para o Senado e desde então tem se destacado na função. Ela teve quase 30% dos votos e entrou em uma eleição dupla. Cada estado possui três Senadores. Dois entram em uma eleição e o terceiro em um segundo pleito. Diferentemente dos demais cargos, o de Senador é mais longo, durante oito anos. 

Ana viveu um dos momentos mais importantes de sua carreira política em 2016, quando votou pelo impeachment de Dilma.  #PT #Michel Temer