Vai rolar um pente fino no Palácio do Planalto, em Brasília. De acordo com informações do colunista Gerson Camarotti, em publicação realizada nesta sexta-feira, 13, o presidente em exercício Michel Temer tomará uma atitude surpreendente, abrindo a caixa preta de sua antecessora, a presidenta afastada Dilma Rousseff. Segundo Camarotti, o peemedebista já mantou fazer uma espécie de inventário em todos os ministérios. O objetivo do agora chefe de governo e ex-vice é ter um detalhamento sobre o que foi herdado de bom e de ruim do governo do Partido dos Trabalhadores (#PT), que ficou quase quatorze anos no poder.

O esposo da nova primeira-dama, Marcela, quer saber até que ponto estão as contas do governo.

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Ele já pediu que após o levantamento, haja uma informação clara de como tudo ficou. Ele explicou a interlocutores que quer uma gestão clara, do diálogo - ou seja - para convencer o eleitorado e empresários precisa trabalhar com a verdade, evitando o populismo e até tendo medidas que podem ser consideradas ruins pela população. 

"Temer não vai ser responsabilizado por problemas ou irregularidades que aconteceram no governo Dilma. Por isso, a ordem é mostrar detalhadamente como está a situação de cada área", teria dito ao colunista da Globo News um dos auxiliares do peemedebista, que aos poucos vai preenchendo o Palácio do Planalto. Nesta sexta-feira, 13, por exemplo, aconteceu a primeira reunião ministerial. Três novos Ministros chegaram a conversar com a imprensa sobre os desafios para se construir um futuro que se encaixe dentro do novo slogan governamental 'Ordem e Progresso'.

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Foram eles Romero Jucá, que assumiu o planejamento, Ricardo Barros, da Saúde e Eliseu Padilha, da casa Civil.

Entre os desafios, por exemplo, será lidar com programas sociais que atingem grande parte da população sem ter dinheiro em caixa. Os cortes devem acontecer no 'Pronatec' e no 'Minha Casa, Minha Vida'. É bom lembrar que com a crise a própria Dilma, mesmo fazendo as pedaladas fiscais, já tinha diminuído o espaço desses programas. #Dilma Rousseff #Michel Temer