Na nesta sexta-feira (30), três militares que compõem a guarda oficial da Presidência da República foram preso. Eles são os principais suspeitos de assaltarem mais de seis pessoas. Segundo o comandante da Polícia Militar, os roubos aconteciam em Ceilândia, em #Brasília; os oficiais assaltavam e roubavam dinheiro, pertences pessoais e celulares.

A prisão foi efetuada em fragrante, enquanto eles portavam crachás e distintivos do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) originais da Presidência da República. As instituições organizacionais responsáveis por fornecer esses tipos de identificações confirmaram a originalidade dos objetos.

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De acordo com o GSI, os bandidos eram agentes de segurança do órgão, tinham a função de controle de acesso de pessoal à Presidência da República. Eles atuavam em edifícios como Granja do Torto, Palácio do Planalto e o Palácio da Alvorada. O órgão informou ainda que eles não faziam a guarda direta do presidente Michel Temer.

Segundo a GSI, eles são vinculados ao órgão responsável pela segurança direta do presidente, entre outros, eles também são vinculados à coordenação dos serviços de inteligência federal.

O caso foi devidamente registrado na 23ª Delegacia de Polícia. Os agentes estão presos no Batalhão de Polícia do Exército, contudo eles serão encaminhados à justiça comum, pois serão desligados da corporação.

Consta nos registro de ocorrência que os criminosos confessaram o #Crime. Em suas versões, eles saíram para fazer arrastões: o que eles classificaram como “correrias”.

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Isso antes de cumprirem escala de serviço na segurança federal. 

Os criminosos foram abordados às 21hs desta sexta-feira, na Cailândia, quadra 18. Ambos são jovens, entre 20 e 21 anos. Para a Polícia Militar, quando foram abordados, eles fingiram ser policiais civis, a fim de fugir das perguntas. Foram apreendidos com eles correntes e celulares roubados pela localidade. Todas as vítimas os reconheceram.

Com eles também foram apreendidas três pistolas de calibre 9mm com seis carregadores, além de um colete à prova de balas. O uso destas pistolas é de caráter exclusivo das Forças Armadas. Além disso, eles portavam quase R$ 1.000 em dinheiro e tabletes de maconha. #Casos de polícia