Faz dois meses que #Patrícia Lélis tornou-se conhecida em todo o Brasil. Apesar de ter um perfil em um site de modelos e atores, não foi com figuração e atuação que a moça ganhou fama.

A jovem acusou o deputado federal, #Marco Feliciano (PSC-SP), de ter a estuprado. Depois disse que não houve estupro, mas sim tentativa. Ela também acusou o ex-assessor de gabinete do deputado de sequestrá-la para gravar vídeos desmentindo o caso. Imagens divulgadas pela polícia civil de São Paulo mostram que ela pediu dinheiro para Talma Bauer e ficou indignada por só receber R$10 mil, quando o ex-assessor afirmou ter entregue R$50 mil para determinada pessoa.

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A moça chegou a pedir para que “alguma coisa” fosse feita contra esse amigo que ficou com o “seu dinheiro”.

Após o delegado do caso pedir sua prisão preventiva, a jovem desapareceu das redes sociais e da imprensa. Nessa semana, deu uma entrevista para um ex-blog mantido pelo governo federal. Na conversa, falou que é feminista, criticou evangélicos, contou uma nova versão sobre o suposto crime vivenciado e citou novos “alvos” em sua história. Dessa vez, disse que o partido PSC (Partido Social Cristão), o mesmo que desmentiu que ela fosse filiada, insistiu para que ela namorasse com o deputado federal, #Eduardo Bolsonaro (PSC-SP).

Segundo a moça, o deputado tem o hábito de dar em cima de todo mundo. Por ser uma entrevista recente, o parlamentar ainda não rebateu as acusações, mas pelo teor da declaração, Patrícia corre o risco de responder um novo processo, dessa vez por calúnia e difamação, uma vez que que além de criticar o político, também lhe imputou um crime.

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Para finalizar, disse que Eduardo é uma cópia do pai, Jair Bolsonaro, deixando subentendido que, segundo suas declarações, também tem o hábito de assediar mulheres. Os irmãos do deputado também foram incluídos em uma fala que afirma que os filhos de Jair Bolsonaro repetem tudo que ele diz.

Devido à gravidade das acusações, o deputado pode até processá-la, o que somaria mais uma ação contra a moça, que responde criminalmente por extorsão e denunciação caluniosa e deve responder um outro processo de autoria do PSC, que chegou a divulgar publicamente que tomaria as devidas medidas contra as mentiras que envolveu a sigla e até providenciou um boletim de ocorrência contra a mesma.

Na entrevista, Lélis também disse que agora é feminista e afirmou que “toda mulher também é feminista”. Também citou outras pessoas, supostamente, envolvidas no caso que ela denunciou, e criticou os evangélicos, pois alegou que eles “calam” as mulheres, são hipócritas e não ofereceram ajuda quando ela foi até a imprensa contar que teria sido, supostamente, estuprada por Marco Feliciano. Também disse que teve muito apoio das feministas, da deputada federal, Maria do Rosário e da senadora, Vanessa Grazziotin. A entrevista completa foi divulgada por Nathali Macedo, do Diário do Centro do Mundo.