O designer industrial canadense Eduardo Arndt está fazendo sucesso na internet com sua proposta de uma #Motocicleta autônoma, que dispensa o piloto, anda sozinha. É a #Brigade DLRB-306, concebida como uma moto elétrica policial para patrulhar as ruas, detectar infrações e multar quem desrespeita as leis de trânsito. Ela faz todo o trabalho sozinha, não precisa de ninguém sobre ela.

A moto é equipada com um conjunto de câmeras, sensores, caixas de som e projetores para identificar os obstáculos e andar sozinha. Para não cair, a Brigade conta com um giroscópio, que a mantém equilibrada e de pé mesmo em casa de sofrer uma batida.

Inovação

Ardnt projetou a moto autônoma principalmente com a proposta de melhorar a segurança pública. O uso liberaria os policiais para se envolverem em trabalhos mais urgentes e relevantes, com a Brigade se encarregando de fazer o policiamento de trânsito.

Porém, ela existe apenas na prancheta, como um exercício de criatividade e tecnologia. O conceito é inovador, mas já foi explorado no cinema. Em “O Exterminador do Futuro: A Salvação”, de 2009, motos-robôs são usadas para caçar seres humanos nas estradas. Eles participam de uma das melhores sequências de perseguições do filme.

Yamaha e a condução autônoma

A Yamaha surpreendeu, no final de 2015, ao apresentar um robô que pilota motocicletas (veja o vídeo abaixo). O robô motoqueiro foi batizado de Motobot e reúne várias tecnologias de motocicleta e robótica da empresa, uma das maiores fabricantes de moto do mundo.

O piloto cibernético está em desenvolvimento e a meta da Yamaha é que ele possa rodar com motos convencionais, sem nenhum tipo de modificação, a mais de 200 km/h na pista (162 mph). Uma das linhas de pesquisa com o projeto do robô é desenvolver #Tecnologia para criar sistema de segurança para motociclistas.

Vai superar o ser humano?

Segundo a fabricante, atualmente é necessária uma ampla gama de sistemas funcionando em perfeição para que a moto possa ser pilotada pelo Motobot. A versão inicial roda lentamente e precisa de rodinhas – como crianças – para evitar tombos.

Ou seja, dentro de algum tempo o robô poderá pilotar tão bem e ser tão rápido quanto o ser humano. Superar? Só o tempo dirá.