Ao entrar em vigor, no dia 04/11/2016, o Acordo de Paris é a nova oportunidade de reativar a indústria automobilística trazendo desafio com a solução unidos. Longe do que apocalípticos com seus custos barbarizados temiam sobre a tecnologia elétrica [VIDEO], é necessário upgrade de conhecimentos em combustão, migração natural enquanto a crise em chamas infesta "zonas de conforto". Ainda que no Acordo muitos recursos financeiros foram levantados em diversos países a financiar projetos ambientais, são poucos realmente a tornarem o planeta mais limpo, segundo secretário-geral da OCDE, Ángel Gurría, em entrevista do New York Times. Testemunho da acomodação é que as próprias empresas ainda desconhecem a quantidade de gás efeito estufa que emitem.

Publicidade
Publicidade

O receio das financiadoras não liberarem créditos ao lotado pátio de veículos novos da antiga tecnologia à combustão, como ainda não teve solução comum quando a cobrança de imposto sobre o carbono a obrigar montadoras a pagarem pela poluição que seus produtos jogam na atmosfera, quando esta conta chegar pagarão muito caro. Porém o mais lucrativo mesmo será a transição das tecnologias. Não se aguenta mais receber veículos mais baratos, na obrigação de trocar peças mais caras e cada vez com menor duração. O testemunho dessa velha tecnologia decadente é que as próprias empresas ainda desconhecerem a quantidade de gás de efeito estufa que emitem. Isso também será a menor preocupação diante da conta ainda sem solução comum quanto a cobrança de imposto sobre carbono pela poluição na atmosfera.

Publicidade

Jaguar é marca de luxuosos que já aceita a crescente lucratividade com elétricos. Como precaução a não perder espaço, projetaram o modelo I-Pace para fabricação em 2017 e vendas em 2018. Entre suas características técnicas, é movido por bateria de íon-lítio de 90 kWh, quando cheia com autonomia de até 354 km. Com 405 cv de potência o motor de 71,3 kgfm de torque acelera de 0 a 100 km/h em apenas quatro segundos. Este SUV tem coeficiente de arrasto de 0.29 Cd para um ótimo rendimento. Iam Callum, respectivo diretor de design da marca afirmou para a Motorpress #carro que "Com o I-Pace, a revolução está no perfil do carro, não na abordagem do design. Não é que nós queríamos criar algo completamente diferente de tudo o que fazemos. Queríamos que o design celebrasse a nova tecnologia elétrica (da Jaguar)". Característica distinta dos outros modelos, a sua única semelhança é na grade frontal, inovação rara aos britânicos num avanço enorme na sua estética, ao utilizar linhas onduladas do capô, laterais e traseira, com silhueta mescla entre SUV e hatch.

Publicidade

Como ramos desta árvore comercial atingem divisões, terceirizações e distribuições, a crise impacta em quantidade enorme e crescente. Mas ao se reduzir IPI para tecnologia automotiva elétrica, não apenas aos taxistas ou segmentos específicos conforme Lei 80.989, mas com decreto provisório até o final de 2018, para desconto geral somente a veículos elétricos (não para híbridos), pelo menos 25% dos milhões de desempregados podem obter vaga direta ou indireta, pois todas as marcas já possuem modelos elétricos. No Brasil, cerca de 120% sobre o valor dificulta muito vendas de veículos. A única solução é baixar o IPI até 2018 para veículos reaquecerem a atividade decadente. #Acordo de Paris #elétrico