Um vídeo publicado no YouTube mostra a evolução dos volantes na #Fórmula 1 nos últimos 59 anos. Basta prestar atenção em volta para perceber que o avanço na #Tecnologia também foi incorporado pelos carros que dirigimos ou estão circulando nas ruas ao longo dessas quase seis décadas. Entre as peças estão algumas das usadas pelos brasileiros #Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet.

A história começa com o volante de 1957 do britânico Stirling Moss, ou Sir Stirling Crawford Moss, como preferir. Ele nunca foi campeão da F1, mas tem quatro títulos de vice no currículo. A peça é simples, um grande aro de madeira e alumínio, como a encontrada em carros de luxo da época, entre elas o esportivo Jaguar XK140.

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A evolução

Em 1967, o volante usado por John Surtees era revestido em couro. É um item de acabamento reverenciado até os dias de hoje, de série nos modelos premium ou opcional nos que buscam sofisticação. O vídeo também conta a história da principal categoria do automobilismo mundial. É o caso do volante de Graham Hill, que ficou danificado em um acidente em 1969, ano que conquistou sua última vitória na F1, no Grande Prêmio de Mônaco.

O de 1978, do bad boy James Hunt, foi o primeiro ensaio para uso da eletrônica ao trazer uma chave do lado direito. Também deste ano é apresentado o volante de Fittipaldi com liberação rápida, algo que se usa e é obrigatório na Fórmula 1 dos dias atuais.

Outros brasileiros

As peças de 1984 de Ayrton Senna e de 1990 de Nelson Piquet são muito parecidas e simples.

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Lembram o volante do Puma GT 1600 ou similares que algumas pessoas insistiam colocar em Fuscas da época. Em 1989, a eletrônica começou a ficar mais presente, como mostram os botões e o seletor central usados por Gerhard Berger.

Em 1995, o alemão Michael Schumacher tinha paddle shifters para trocas sequenciais de marchas, era o adeus à alavanca de câmbio. As borboletas no volante começaram a aparecer nos carros de rua há pouco tempo, mas hoje estão presentes em vários modelos automáticos.

O volante moderno

Já em 1999, Schumacher podia mudar o mapeamento do motor de sua Ferrari através de botões. O volante moderno de F1 apareceu em 2014, com vários botões, seletores e tela central.

É preciso muita concentração para dirigir em altíssima velocidade e ainda ficar mudando os comandos. Os volantes dos carros de hoje não são tão sofisticados, mas caminham para isso. Já oferecem controle de rádio, piloto automático, acesso ao computador de bordo e outras funções.

A produção do vídeo é da Donut Media, que se identifica como “somos motoristas, drifters e entusiastas de carro que gostam de contar histórias.” Os volantes usados nas filmagens, muitos deles autografados, são da coleção da Racing Hall of Fame Collection, fundada pelo inglês Darren Jack, um apaixonado loucamente por corridas de carros.