Não importa quanto eficiente e potente seja o motor do seu carro, afinal, ele não executará perfeitamente suas funcionalidades se não contar com pneus de boa aderência a estrada. Essa escolha do pneu certo é um equilíbrio entre o custo benefício e a qualidade do produto. Em tempos de crise, esse balanço é fundamental na hora da compra, já que ninguém quer estourar o orçamento e depois ficar com um produto de má qualidade, no qual foi investido um alto valor.

Mas qual a hora certa de trocar os pneus? Qual a melhor opção de qualidade e durabilidade entre nacionais x importados? Vamos esclarecer essas dúvidas a seguir .

Quando devo trocar os pneus e a importância a favor da segurança do condutor

Muitos adiam esse momento de trocar os pneus usados por novos acreditando que a hora certa é quando eles já se encontram completamente lisos.

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Um erro muito comum, que pode ser perigoso, pois pode influenciar muito na funcionalidade do carro e, consequentemente, na #Segurança do condutor, já que nessas condições os pneus perdem completamente a capacidade de aderência ao solo, principalmente sobre o asfalto molhado, em alguma curva ou freada brusca. Situações como estas comprometem em quase 100% o controle do motorista sobre o veículo.

Muito além de por em risco a sua segurança, andar com pneus praticamente carecas é uma infração grave, descontados em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira de habilitação. Atualmente no Brasil, o índice de acidentes causados por pneus fora do padrão exigido por lei são de 20%. O primeiro ponto chave para saber a hora que essa troca deve ser feita é ficar atento a alguns sinais que o próprio pneu indica.

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Nos sulcos dos pneus é possível notar uma saliência. Na lateral do pneu fica geralmente a sigla TWI (Tire Wear Indication), esse é um dos indicadores de desgaste do pneu. Quase sempre quando a borracha chega nesse indicador é o momento que a troca deve ser feita. A medida 1,6 mm de profundidade também é um indicador contundente, é o mínimo exigido por lei, abaixo disso é considerado liso, aplicado em multa.

Substituições em pneus com bolhas ou rasgos também devem ser feitas de forma imediata. Nestes casos a regra de desgaste não é válida .

Entre o nacional e o importado, qual a melhor opção?

A primeira dica é ter a consciência de que o barato quase sempre pode sair caro no final das contas, pois nem todo produto que tem o preço que cabe no bolso vale em termos de qualidade a longo prazo, já que, os custos de em pouco tempo ter que ser feita novamente a troca, é o maior prejuízo. O quesito principal não impõe marca, até porque, todos os pneus que são colocados no mercado para compra, desde nacionais a importados, passam por inúmeros testes e pela aprovação do INMETRO.

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Para uma conta de custo benefício em termos de pneus, vale uma matemática simples: pegue o valor total dos pneus e divida por quantos km eles são projetados para rodar. Essa divisão lhe dará o custo total do pneu por quilometro rodado, esclarecendo principalmente a velha dúvida de quanto se deve gastar em termos de durabilidade do produto. Depois disso, o primordial é ficar na ideia de que, para fazer um produto de qualidade, é impossível para as empresas fabricantes não terem um custo adicional, independentemente se é importado ou não.

Portanto, muitas vezes entra a questão de que pagar um pouco mais caro pelo produto também é garantir qualidade. Quanto ao topo das marcas que mais vendem, seguindo a lista do ano de 2016, depois de 16 anos sem alcançar a liderança do ranking, está a marca Michelin, a seguir estão Pirelli e Goodyear e por último a Bridgestone. #Carros #Dicas