Neste domingo (26), manifestantes se reuniram em um protesto passivo contra a corrupção, o voto em lista fechada (na legenda e não no candidato), o foro privilegiado e ao apoio à Operação Lava Jato. O encontro ocorreu em uma das vias mais movimentadas da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

O balanço da Secretaria de Segurança Pública e dos membros da Paz Social calculou que aproximadamente 1.000 pessoas compareceram ao local. Enquanto isso, organizadores do evento concluíram que pelo menos 5 mil participaram do protesto.

A concentração ocorreu bem cedo e após as 13h resolveram encerrar o ato, pois os manifestantes começaram a se dispensar pelo gramado dos Ministérios.

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Com camisas verdes e amarelas tinha a intenção de sublinhar a Luta pela nação brasileira. Além do Distrito Federal, os protestos avançaram para várias capitais no país, inclusive foi posicionado no espelho d'água do Congresso Nacional, vários caixões fictícios sugerindo a morte de parlamentares e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

À frente da organização estava o movimento Vem Pra Rua que proclamava: "O povo não está consciente de que estamos prestes a perder nossa democracia". "o poder de voto e que estão acabando com a Lava Jato", afirmou Juliana Dias, responsável pela coordenação do movimento.

Segundo informações atualizadas do jornal "Metrópoles", os articuladores ressaltaram que a mudança do horário do metrô, desfavoreceu a presença de público, ou seja, com a programação diária definida o transporte teve sua grade horária modificada às pressas somente neste domingo, entretanto, ficou estabelecido o horário de 10h as 22h devido ao jogo do Flamengo contra Vasco, no Estádio Mané Garrincha.

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Em dias normais, os trens operam das 7h às 19h aos domingos. Os assessores de comunicação do Metrô-DF, esclareceram que a prática foi alterada para que a prestação de serviço fosse enquadrada na eficiência, o que garantiu o melhor atendimento à demanda de pessoas que se deslocaram em função do jogo de futebol.

Outro que se aliou aos protestos foi o padre Pedro Stepien, 45 anos, que compareceu ao local para prestigiar de forma solidária, os vários manifestantes que abraçaram a luta contra o aborto no Brasil. #Manifestação #Lula #Protestos no Brasil