Em fins de janeiro, o serviço Uber assinou um acordo com a dona da Mercedes-Benz, Daimler, para usar #Carros inteligentes no seu portfólio, dispensando fatores humanos, i.e., motoristas, neste processo.

Com alguma frequência, a mídia divulga notícias aqui e ali ao redor do mundo sobre uma empresa que abriu mão dum profissional em seus quadros de funcionários para dar espaço a máquinas que na teoria exerceriam as mesmas tarefas mais satisfatória ou economicamente. Seguindo esta via das tendências mundiais, os carros autônomos compartilham desta filosofia. Veículos dispensando motoristas, sendo usados pelas empresas nas suas variadas necessidades.

Publicidade
Publicidade

Os carros inteligentes da Waymo, empresa irmã do Google, gerida pela Alphabet, tiveram um aumento considerável de desempenho no último biênio analisado, com grande diminuição das interferências humanas nos testes que lideraram. A Amazon, por outro lado, ao invés dos veículos, investe nas estradas futuristas, apresentando sensores indicadores para o trânsito.

Com esses exemplos, é fácil inferir como o avanço expresso da #Tecnologia moldará nossas vidas nos próximos anos. Tais quais as outras esferas na vida humana, os transportes já começam a ser afetados pelas novas praticidades das #Inovações tecnológicas, que buscam aliar sustentabilidade e eficiência de modo mais inteligente possível.

Mas ainda que inteligente possa significar um ponto positivo, sempre esbarramos no questionamento inevitável.

Publicidade

Seria sábio substituir o homem pela máquina a longo prazo, como se vê ultimamente? Não há para tal resposta de pronto, mas esta tendência adentra cada vez mais insidiosamente em nossas vidas, sem freios muitos expressivos ou controles significativos.

Dito isso, resta-nos abraçar as novas tecnologias de transportes como se anunciam e esperar que não nos tornemos obsoletos por nossas próprias mãos. Essas últimas inovações tecnológicas apresentarão limitações dum modo ou outro, oferecendo leve mas positiva perspectiva sobre nosso futuro. A meta da nossa geração será gerir eficazmente o fator humano ao lado do tecnológico; não sob ele.