Mães provavelmente nem precisariam de um estudo científico para saber que a bagunça do quarto dos filhos é prejudicial ao bem-estar, mas agora elas ganharam um argumento de peso incontestável.

O autor da pesquisa, Joseph Ferrari, fundamentou sua tese nos aspectos emocionais de uma casa bagunçada, com objetos acumulados em excesso e fora do lugar.

Para Joseph Ferrari, professor de psicologia da Universidade do Novo México, esta superabundância de posses é diferente do #Comportamento dos acumuladores. Enquanto os primeiros acumulam qualquer objeto que julgam importante e útil, os acumuladores tem predileção por alguns tipos específicos, como vidros vazios de comida, jornais, roupas e etc.

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A origem da bagunça

Outra conclusão deste estudo foi que a bagunça da casa tem origem no sentimento dos moradores de tornar a casa mais aconchegante e com a identidade dos moradores. Com isto, cada objeto com valor sentimental torna-se essencial para a "#Decoração" e impossível de ser descartado.

Dados sobre pesquisa da casa bagunçada

A pesquisa contou com um número de 1600 participantes, que já haviam procurado alguma ajuda relacionada ao tema em alguma instituição ou clínica médica. Desses 1600 inscritos, apenas 70 eram homens que se declararam bagunceiros. Mas, ao invés de apontar que isto seria um problema feminino, o estudo comprovou que os homens simplesmente não entendem que esta situação necessita de intervenção médica.

Na pesquisa, os participantes responderam perguntas sobre os aspectos físicos da casa, sua rotina de cuidados e também sobre os sentimentos que tinham em relação ao lar e a vida.

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E a maioria deles não conseguiu relatar bons sentimentos relacionados ao lar, como sentir-se seguros dentro dele.

Efeitos da bagunça na vida social

Quanto maior for a bagunça de uma casa ou cômodo, maior será a atenção necessária para tentar mantê-la em ordem ou maior será o desânimo de tentar. Estes sentimentos afastam o indivíduo do convívio social ou o mantém deprimido, mesmo fora do ambiente doméstico.

A bagunça da casa também pode ser encarada como um reflexo do pensamento desorganizado de quem é responsável por ela, mas é importante não rotular, pois muitos outros aspectos psicológicos podem estar envolvidos em cada caso.

O apego com objetos também podem indicar alguma carência ou privação que o indivíduo não esteja sabendo externalizar, segundo especialistas brasileiros que tiveram acesso à pesquisa.

Mas o fato importante, e que foi um dos motivos para que Joseph Ferrari concluísse esta pesquisa, foi que ele viu neste estudo a possibilidade de encontrar a forma de ensinar as pessoas a se desapegarem de objetos desnecessários e que podem ter utilidade para outras pessoas. 

De fato, não basta se esforçar para economizar nas contas de supermercado e não ter uma cozinha organizada para armazenar os alimentos.

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Este estudo também mostra que não são apenas os filhos na família os grandes bagunceiros e acumuladores dos lares!

Se você conhece alguém bagunceiro e quer dar bons motivos para ele fazer uma limpeza caprichada na casa, compartilhe este post ou marque ele através das redes sociais. #Família