Milhões de pessoas vivem em grandes cidades, quase sempre, "espremidas" umas às outras. Ouvem, diariamente, o alucinante barulho dos automóveis, com os seus motores e buzinas estridentes, acompanhados dos fortes gritos de seus motoristas impacientes, além dos apitos das fábricas, ecos das ruas que penetram em nossas mentes, e das fumaças inflamatórias que destroem qualquer pulmão. Por fim, ainda tem o forte cansaço das constantes "correrias".

A maior parte dessas pessoas vivem apressadas em busca de uma melhor qualidade de vida, ou, simplesmente, em busca de uma melhor posição social, com a qual seriam aumentados consideravelmente seus rendimentos monetários.

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Tudo estaria dentro dos princípios escolhidos por elas, se não acontecesse o prejuízo físico e mental, pois, saúde para um bem viver é fundamental.

Pessoas se aglomeram em cidades porque, além de suprir suas necessidades básicas, a vida lhes encaminharam para que assim o fosse. Trabalho, posição, status, em nome disso, são acometidas pelo estresse. Saem de casa pela madrugada retornando altas horas da noite, enfrentando todo tipo de dificuldades: ônibus atrasados, metrô superlotado, assaltos diuturnamente, mazelas citadinas, que em sofrimentos as afligem, as conduzindo, inexoravelmente, ao quadro depressivo.

Com a saúde debilitada, resta a procura pelo médico, que receita várias caixas de remédios, mas que não resolvem e, apesar dos gastos, a tendência é aumentar, cada vez mais, as doenças que pelo corpo e pela mente já estão instaladas.

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Já há algum tempo, cientistas que estudam os males da cidade grande afirmam que existe para isso um modo eficaz de recuperação: passar um fim de semana entre a natureza. 

O ideal seriam férias de 10 dias em um sítio, 4 ou 5 vezes por ano. Se afastar do barulho prejudicial dos grandes centros urbanos, aproveitar a paz dos bosques verdejantes, onde o maior ruído para os ouvidos seria o balançar do vento nas folhas das árvores. Entretanto, esses 10 dias nem sempre é possível, sendo assim, ajudaria bastante um simples fim de semana em calmarias, ouvindo o canto dos pássaros, observando as belezas naturais, deitar e acordar cedo para um reconfortante amanhecer em plena harmonia com natureza.

Porém, está mais do que claro que em afazeres de hoje isso não poderia ser continuo. Mas de acordo com familiares, pelo menos uma vez por mês, seria sim possível e deveria estar dentro das finalidades para um descanso favorável. Tudo já foi cientificamente comprovado: a pureza dos ares, o som da natureza e a tranquilidade do campo revigora o organismo, livrando corpo e mente das moléstias provocadas pelas grandes concentrações. #Dicas