Se você vai literalmente cair na folia neste #Carnaval e pretende fazer isso misturando bebidas alcoólicas com energéticos, saiba que esta combinação é muito perigosa e pode atrapalhar sua folia.

Os energéticos são ricos em cafeína e taurina, estimulantes poderosos, tal como é o álcool. Ingeridos juntos, acabam ocasionando aumento da pressão arterial. Se o consumidor tem doença cardíaca pré-existente, ela poderá agravar-se. E no caso de alguma doença incipiente que ainda não está ativa, isso poderá acontecer devido ao uso de tais substâncias.

Já as pessoas que possuem pressão arterial elevada e costumam tomar essa mistura, correm um risco ainda mais perigoso, pois a pressão sobe aceleradamente, podendo acarretar um acidente vascular cerebral (AVC).

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Os jovens são maioria entre os consumidores da combinação de energético e álcool, e o uso geralmente é em grande quantidade. Mas o carnaval entusiasma as pessoas e muitas resolvem beber. Nesse caso, é fundamental manter-se hidratado via oral, ajudando desta forma a diminuir os riscos.

Outro problema da junção entre álcool e energético é a desidratação que acontecer rapidamente, gerando arritmia e hipertensão arterial. Alimentar-se no período do carnaval é outra recomendação básica para evitar problemas e riscos citados aqui anteriormente.

O certo e mais prudente é evitar essa combinação perigosa. Mas se você resolver ingerir as bebidas combinadas, é imperioso que isso seja feito com muita moderação. E ainda há aqueles jovens que misturam energéticos e vodca, por esta segunda ser mais barata.

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Assim, o perigo torna-se maior. O motivo é que o destilado possui mais álcool - mais que a cerveja, por exemplo. E por isso o risco agrava-se.

Pesquisa feita em 2002 comprova a gravidade desta situação. O trabalho foi feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Nele, ficou comprovado que a cafeína integrante nos energéticos, ao ser misturada com álcool, afeta negativamente o cérebro, produzindo impacto danoso. As conseqüências podem ser materializadas em envelhecimento precoce e doenças crônicas como o Mal de Parkinson e Alzheimer.