Saber se uma pessoa está ou não apaixonada é uma grande dúvida que surge em todo início de relacionamento, isso porque ninguém quer se entregar a alguém pela metade, e saber se existe ou não paixão é sem dúvida, o carro chefe para a felicidade.

Foi isso que economistas da Universidade de Virgínia, EUA, fizeram. Eles desenvolveram uma maneira de comprovar cientificamente, por meio de duas perguntas ao casal, se realmente ambos estão ou não apaixonados.

Os resultados obtidos garantem com exatidão se o relacionamento terá futuro e se vai acabar algum dia. As duas perguntas que são endereçadas ao casal são: 'O quanto você está feliz em seu casamento, em relação à sua felicidade caso você estivesse solteiro?', e a segunda 'Como você acha que o seu parceiro respondeu a essa pergunta?'.

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A pesquisa teve início em 1980, sendo entrevistados 4.242 casais. Após seis anos de realização das entrevistas, as mesmas perguntas foram feitas aos mesmos participantes.

O resultado indicou que as pessoas que acreditavam que não ficariam infelizes sozinhos, realmente acabaram se separando. Contudo, as pessoas que superestimaram seu parceiro no quesito felicidade no relacionamento, estes, realmente estiveram mais propensos à separação.

Durante esses mais de 20 anos de pesquisa, entre os casais pesquisados, apenas 40,9% dos casais acertaram o que seu companheiro iria responder quando questionado. O outro lado da pesquisa mostrou que 60% dos entrevistados possuíam uma impressão errada de felicidade em relação ao seu companheiro, quanto ao relacionamento.

Os economistas que realizaram a pesquisa explicaram que superestimar a felicidade do outro não é saudável para o relacionamento, uma vez que afeta diretamente a forma como é resolvido os problemas cotidianos.

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Julgar a felicidade do outro é uma maneira errônea de antecipar algo que poderá acontecer num momento que se tenha que negociar, colocando em risco a relação.

A melhor forma é avaliar a felicidade no presente e pensar que ser solitário não traz os mesmos benefícios de se compartilhar a felicidade com alguém. Tentar subjugar a felicidade do outro é presumir em algo que se surpreenda mais tarde.