O mal de Parkinson é uma doença que surge no sistema neurológico da pessoa. Ela atinge principalmente o cérebro do paciente. O distúrbio é considerado como característico da terceira idade. As suas consequências são o prejuízo da coordenação motora e o surgimento de tremores e dificuldades para caminhar e restrição da movimentação.

Apesar de todo o avanço dos estudos do cérebro, com os conhecimentos atuais não há formas de se prevenir a instalação da doença. Outro sério problema é que não existem exames disponíveis para que a doença seja diagnosticada. Somente baseado no histórico médico do cliente é possível confirmar a doença.

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Não há cura conhecida. O único tratamento possível são os medicamentos oferecidos e que apenas diminuem o sofrimento do doente enquanto ele espera pelo final de sua vida. O controle dos sintomas é o objetivo do tratamento. Em casos raros é possível sugerir a necessidade de uma cirurgia. O mais comum são recomendações de mudança no estilo de vida e a inclusão de exercícios aeróbicos, no dia a dia do paciente.

Recentemente, pesquisas desenvolvidas por pesquisadores da Universidade da Califórnia, liderados pelo neurocirurgião Philip Starr, com uso de eletrodos colocados em pontos previamente determinados do cérebro do paciente, com estimulação proporcionada por choques aplicados a fundo, provocam estimulação cerebral profunda e podem melhorar os sintomas do mal de Parkinson.

Detectada a funcionalidade ninguém arrisca definir exatamente o que acontece e porque esta estimulação é tão benéfica.

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Os pesquisadores que tiveram acesso ao relatório publicado na revista Nature, consideram importante determinar a continuidade das experiências e tratamento, além da criação e utilização de dispositivos mais sofisticados e eficazes para monitoração da atividade cerebral. #Inovação #Medicina

Novos dispositivos começam a surgir e a dar esperanças de prolongamento das condições de saúde e vida mais ativa para os doentes. Foi anunciado um novo dispositivo estimulador cerebral que permite a estimulação cerebral mais profunda. Os resultados são favoráveis, mas ainda não permitem generalizar devido aos pesquisadores ainda não terem descoberto como a estimulação funciona. Na atualidade apenas é capaz sentir e avaliar os resultados, mas sem saber porque exatamente os fenômenos começaram.