Os pesquisadores Nan Hee Kim e Andrea Kriska, da Universidade de Pittsburgh (Estados Unidos), efetivaram uma pesquisa sobre o relacionamento entre o número de horas que a pessoa fica em frente a um aparelho de TV e o aumento da diabete tipo 2. A pesquisa envolveu 3. 234 pacientes, homens e mulheres, com excesso de peso e idade superior a 25 anos.

De acordo com a pesquisa, cada hora passada em frente à tela pode aumentar a chance da doença em 3,4%. Ainda segundo a pesquisa, considerando como uma média internacional, adultos passaram quatro horas por dia em frente à #Televisão. O volume de horas foi de 140 minutos por dia.

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A intenção dos pesquisadores era aumentar formas de proteger pacientes de alto risco com relação à aquisição da doença. O excesso de horas passadas em frente a aparelhos de televisão aumenta o peso das pessoas e, consequentemente, a possibilidade de que a doença se instale em pacientes de alto risco.

No início do estudo, o tempo total gasto assistindo TV foi cerca de 140 minutos por dia, com mais 400 minutos gastos sentado no trabalho. Os resultados da pesquisa foram publicados no 'Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism' e o jornal da associação europeia para estudo de diabetes.

As conclusões consideram que com o aumento do número de horas em frente à televisão aumenta o risco de diabetes tipo 2 e uma diminuição média de 5 anos da vida das pessoas. Os resultados apontam para uma série de cuidados com a saúde, publicados pela OMS - Organização Mundial da Saúde - que foram recomendados como complemento de medidas de segurança a serem adotadas.

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Ao final, o estudo foi relacionado com questões de sedentarismo, mas os resultados foram considerados consistentes pela comunidade médica. O que pode ficar como recomendação é que pessoas que estão no grupo de risco, pratiquem mais exercícios e procurem assistir um pouco menos de televisão ou, se gostam tanto assim da telinha, procurem compensar com outras práticas de diminuição de peso, como atividades físicas e aeróbicas.