Autistas são muito pouco sensibilizados para a comunicação oral, assim alternativas são tentadas, para que se possa penetrar na barreira que o autista impõe ao mundo que o cerca. As tentativas efetuadas com a musicoterapia são significativas nos relatos de sucessos que são obtidos. Eles podem ser avaliados ao se mensurar a atividade mental do autista e os benefícios são registrados com participação ativa e passiva do autista.

Um dos benefícios comumente descritos refere-se ao desenvolvimento da autoestima no autista e pode o levar a um processo de comunicação não verbal. A eliminação dos movimentos que causa espécie em algumas pessoas e as afastam dos autistas pode ser obtida.

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Em atividades artísticas é possível observar aumento de criatividade, da satisfação emocional. A contribuição para organização do pensamento é também relatada. Da mesma forma é possível obter resultados no desenvolvimento social, sendo relatadas situações em que a ampliação de contato do autista com o mundo que o envolve, ocorre em grande parte dos estudos. Estas melhorias não podem ser ignoradas quando o motivo de todos estes benefícios são obtidos.

A musicoterapia tem sido também utilizada com sucesso no tratamento dos idosos, com sucesso nas mesmas situações que são observadas com as crianças autistas. Como tem maior conhecimento do mundo que os cerca, a não ser em casos de doenças que envolvem a demência, os maiores sucessos obtidos se referem à recuperação da autoestima, o que não é um benefício pequeno.

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As atividades envolvidas são simples, tais como: cantar, brincar, tocar, improvisar e criar, com alto estímulo para um trabalho mental e corporal. Outros resultados de importância podem ser relacionados: restabelecimento do ritmo da marcha; estimulação da fala; aumento da criatividade; aumento da força e consciência temporal; diminuição da depressão.

Em ambos os casos o sentimento de maior carinho é afastar as pessoas afetadas por estes males da solidão, com utilização de técnicas simples e que muitas vezes, podem fazer tanto bem, ou bem ainda maior para as pessoas que valorizam estes resultados e doam um pouco de si para as outras pessoas. Não custa nada tentar, esta pode ser uma boa hora para você começar. #Música #Terceira Idade