A toxina apresentada no veneno da abelha pode ser a cura para o vírus da AIDS. Segundo recente pesquisa publicada por cientistas da Universidade de Washington, o veneno do inseto é capaz de matar o vírus no corpo do paciente que sofre da Síndrome da Imunodeficiência - HIV (sigla em inglês).

O vírus da HIV já matou milhares de pessoas no mundo e segue sem uma cura cientificamente comprovada desde a sua descoberta na década de 70. A doença é controlada hoje através de #Tratamento com coquetéis de remédios diversos que apresentam inúmeros efeitos colaterais aos pacientes. Comprovado o estudo dos cientistas americanos, milhões de pacientes poderão ser tratados com o veneno da abelha.

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Em todo o mundo são mais de 33 milhões de pessoas convivendo com o vírus da AIDS.

O que os cientistas descobriram é que ao picar uma pessoa ou animal, a abelha libera uma toxina chamada melitina que se desenvolve no corpo do homem como um potente anticorpo. A substância ainda demostrou capacidade de reagir a células cancerígenas.

O vírus da HIV fica presente no interior da célula se multiplicando a cada reprodução da célula, fazendo parte de seu DNA genético. O veneno da abelha não só possui propriedades de extermínio do vírus o isolando do núcleo da célula como vem mostrando grande capacidade de impedimento de reprodução do vírus.

A solução apresentada nos EUA pode beneficiar muitos usuários de tratamentos com diversos efeitos colaterais que hoje são a melhor forma de conter a doença que há mais de quarenta anos segue sem uma cura comprovada.

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A pesquisa apresentada pelos cientistas da Universidade de Washington pode colocar fim a angústia e o preconceito diante da doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Atualmente, o coquetel de remédios fornecido pelo Ministério da Saúde no Brasil é a forma mais segura de conter a doença. Os avanços na saúde permitiram o paciente ter uma vida saudável convivendo com o vírus, e o veneno da abelha permitirá aos pacientes soropositivo uma qualidade de vida melhor e mais normalizada, com a tão esperada cura da doença.