Moradora do Engenho Novo, bairro na Zona Norte do Rio, foi diagnosticada com zika, o novo vírus transmitido pelo aedes aegypt, o mosquito que transmite a #Dengue.



A reportagem sobre a descoberta de um caso da #Doença foi mostrada nesta terça-feira (19) pela reportagem do RJTV, da Rede Globo de Televisão.



A mulher que recebeu o diagnóstico da doença chegou a uma UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) apresentando febre alta e incessante, dores pelo corpo e na cabeça.



Na UPA, Patrícia Valéria Ferreira recebeu um diagnóstico inicial de faringite, sendo orientada sobre o tratamento da doença.



No entanto, mesmo tomando os antibióticos e seguindo as recomendações médicas, Patrícia piorou, com apresentação de sintomas diferentes dois dias após a primeira consulta na unidade de saúde.



Apesar do diagnóstico de zika ter sido realizado após exames na moradora do Engenho Novo, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, assim como a Secretaria Municipal, afirma que não há registro algum da doença no Rio de Janeiro.


Semana passada foram confirmados os primeiros casos de zika no Brasil: trata-se de oito pessoas infectadas na Bahia, além de um homem contaminado no Rio Grande do Norte.


O Instituto Evandro Chagas, responsável pela confirmação dos casos de zika, é um órgão vinculado ao Ministério da Saúde e realiza pesquisas na área de saúde Pública. 

Segundo informações do Instituto Evandro Chagas, a doença não traz qualquer complicação mais grave, e que alguns indivíduos sequer perceberão sintomas, que, geralmente, são febre baixa, dores de cabeça e no corpo, cansaço extremo, manchas pelo corpo e algumas vezes, diarreia e vômito.

A Vigilância de Epidemias do Rio de Janeiro reforçou o esquema de controle e combate, orientando os profissionais de saúde nos postos de atendimento e hospitais.

O objetivo imediato é o pronto-atendimento às pessoas com sintomas de dengue e zika, assim como fazer a diferenciação de ambas, durante as consultas.

A Secretaria acrescentou que profissionais de combate à dengue fazem o trabalho nas ruas, e pede o apoio da população, tomando as medidas habituais, como não deixar água parada, não ter plantas na água e manter fechadas as caixas d´água, além de comparecer a um posto de atendimento, caso apresente os sintomas da doença. #Medicina