A neurotecnologia iniciou processo de proporcionar o poder para as compras, bem como para o lazer, o que vem aumentando o neuromarketing nas empresas. Uma forma mais eficaz em vender produtos. No topo estão os jogos, que absorvem a tecnologia com uso neural de cada pessoa. Por conta dos equipamentos de eletro encefalograma ser de baixo custo e através da análise cerebral, muitas empresas usam como meio de medir interesse do consumidor sobre determinado produto ou tema.

No aspecto de trabalho, vem sendo utilizada para melhorar a qualidade e rendimento laboral. Um exemplo é a tecnologia que permite que mesmo sem tocar no sensor, mede ondas eletromagnéticas emitidas pelo cérebro, sem que se mova um músculo sequer, tornando possível a interação remota com qualquer dispositivo eletrônico.

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Isso ocorre quando há nível de atividade alto em determinadas regiões cerebrais.

Existem pesquisas sendo realizadas sobre essa tecnologia mesclada as ondas cerebrais. Porém, alguns aparelhos ainda necessitam ser tocado, o que dificultaria o uso para pessoas com algum tipo de deficiência. Um exemplo trata da tecnologia MINDRDR. Utilizada atualmente, ela permite aos usuários de redes sociais tirarem fotos sem moverem um músculo ou dizer uma única palavra. Outro exemplo muito utilizado é o app disponível de forma que, ao pronunciar uma palavra ou frase, se tem um resultado baseado no diretório que contém as respostas da pergunta buscada, isso não é ler sua mente, e sim, poder de reconhecer sons.

Torna-se um avanço principalmente na área de saúde para as pessoas que não podem mover nem mesmo um músculo.

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Com determinada neurotecnologia em avanço, isso significará uma nova esperança de comunicação e independência para realizar atividades comuns às pessoas sem alguma deficiência.

No Brasil, existe o Instituto de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, que visa pesquisas para atuar junto às doenças como: epilepsia, derrame cerebral, assim como lesões e progressões dessas doenças. O CEPID tem como objetivo não somente atuar frente a essas doenças, mas também ajudar a todas as pessoas que sofrem de condições neurológicas altamente incapacitantes.

Nos Estados Unidos, o presidente Obama também tem dado recursos para o projeto BRAIN. Os cientistas têm dito que devido à complexidade do cérebro, ainda estão em pesquisas, sem algo definido no momento. #Negócios #Medicina #Doença