A dengue está em destaque. Os jornais trazem a preocupação da maior capital do Sul, que nunca antes teve números como os que atualmente são apresentados por pessoas mordidas pelo Aedes Aegipt (o mosquito da Dengue) e também o A Albopictus (menos conhecido) . Mas este não é o único perigo. O danado do mosquito transmite ainda o Zika um vírus menos daninho. Se você não tiver opção e tiver que escolher, prefira o segundo (que é menos nocivo). Os sintomas são similares.

O destaque dado a estes dois parentes indesejados faz esquecer que há outros mosquitos rondando o país, não estando tão centralizado como a dengue.

Um segundo tipo de febre é a febre amarela transmita pelo Haemogugus e adivinha por mais quem, pelo danado Aedes, também responsável.

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Outro tipo mais frequente em nosso país é a malária, transmita pelas fêmeas do gênero Anopheles, isentando o Aedes, pelo menos desta vez. Os sintomas são parecidos aos provocados pela Dengue e pela Febre Amarela.

O Aedes aparece mais uma vez, agora como transmissor da doença de chagas, o que demonstra a sua eficiência como um vetor transmissor agressivo e contra o qual devem ser tomados todos os cuidados.

Há outras epidemias que não estão sendo consideradas por não terem acontecido no Brasil, mas que afetam milhares de pessoas pelo mundo todo. Para as que foram citadas é bom apresentar uma sugestão. Os sintomas são conhecidos, mas os cuidados podem ajudar pois eles são similares.

Há uma técnica de proteção a ser utilizada em todos os casos para evitar a contaminação:

· A aplicação de inseticida nas paredes internas das residências;

· O uso regular de repelentes, principalmente em regiões mais insalubres;

· Em casos mais graves vestir roupas de proteção;

· Em regiões mais atingidas utilizar telas nas janelas e dormir em camas protegidas por redes que contém pesticidas e não provocam males nos seres humanos;

· Eliminar qualquer foco de água parada, para evitar a reprodução dos mosquitos.

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Com estes pequenos cuidados, você adota a política: "é melhor prevenir que remediar". Então que todos nós colaboremos com as solicitações dos órgãos de saúde pública. #Medicina