Segundo uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ocorre um milhão de suicídios por ano no mundo. Saiba como prevenir este mal.

No Brasil, a cada 45 minutos, duas pessoas tentam se matar, e uma delas acaba conseguindo seu intento. Os grupos com mais registros de suicídio e tentativa são de jovens entre os 15 e 30 anos e idosos acima de 65 anos. O estudo também revelou que embora o número de homens que cometem suicídio seja maior que o de mulheres, os índices de tentativas são de 3 a 4 vezes maiores entre elas.

As pessoas tendem a acreditar que, quem ameaça o suicídio, não pretende, de fato, realizá-lo.

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Isso é um grande engano! Na verdade, esta pode ser uma forma desesperada de pedir ajuda. Fique atento a estas frases: "Eu sou um peso!"; "Preferia estar morto!"; "Não aguento mais!"; "Eu já sei o que fazer!"

O maior número de suicídios está ligado a depressão associado à consumo de drogas e álcool. Quem está sofrendo este ou outro transtorno mental precisa receber maior atenção.

Os adolescentes costumam não despertar muita atenção quando se tornam calados e se trancam no quarto, porque tais comportamentos são atribuídos à fase que estão vivendo. Mas as taxas de suicídio entre os jovens brasileiros aumentou 30% nos últimos dez anos.

Quando uma pessoa que estava deprimida parecer repentinamente alegre, é importante ficar atento. A simulação de melhora é comum em vários casos.

De acordo com o psiquiatra da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio Carlos Felipe Almeida D'Oliveira, a melhor forma de ajudar é através da conversa.

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Procure não falar muito, apenas ouça a pessoa. Se for possível, acompanhá-la a um profissional e pedir orientação é uma ótima medida. Retirar o acesso a armas, remédios e substâncias tóxicas também é muito importante.

É fundamental perder o medo de se aproximar das pessoas e oferecer ajuda. Quando uma pessoa está numa crise suicida, ela se sente sozinha. Quando alguém, principalmente um amigo, se aproxima, ela se sente acolhida e pode seguir segurança para desabafar e aceitar auxílio.  #Família #Terceira Idade #Comportamento