Apesar de ainda está em sua "infância", a nanotecnologia tem prometido verdadeiros milagres para o futuro da #Medicina. Com potencial para tratar doenças que seriam difíceis de outra forma, a nanorobótica pode, em teoria, ser capaz de, até mesmo, corrigir erros em nossa estrutura genética.

Ainda que as pretenções dos cientistas da Universidade de San Diego não tenham chegado a tanto, seus nano-robôs têm potencial para fazer grandes benefícios pela saúde humana.

Feitos de partículas de platina e óxido de ferro, e construídos com impressoras 3D, os micropeixinhos têm 30 microns de espessura — o que equivale dizer que são menores que um fio de cabelo.

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Devido ao seu formato, esses pequenos robôs são capazes de nadar pela corrente sanguíneo, recolhendo toxinas e ministrando remédios em regiões específicas do corpo, que seriam muito delicadas para uma intervenção cirúrgica. Por serem "impressos", há a possibilidade de se fazer centenas deles por segundo, um numeroso cardume de robôs disponível no combate às doenças.

Em janeiro deste ano, os mesmos cientistas implantaram nano-robôs em uma pessoa para que ela fosse medicada. A experiência foi bem sucedida, mas os robôs não eram tão sofisticados quanto os desenvolvidos pelo projeto atual. Segundo os cientistas que desenvolveram esses projetos, houveram tentativas de se fazer os robôs em formato de tubarões e outros animais aquáticos, de modo a torná-los o mais hidrodinâmicos possível.

No entanto, há temores e especulações não tão otimistas a respeito dessas pequenas máquinas.

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É possível que no futuro esses robôs em miniatura se unam na revolução das máquinas contra a humanidade e aprendam a se replicar sem a nossa ajuda. Porém, existem muitas formas técnicas de se impedir que tal revolta aconteça. Uma dessas formas é desativar os robôs com pulsos eletro-magnéticos.

Por enquanto, a atuação na medicina e no tratamento de doenças torna a opção do uso de nano-robôs muito mais atraente que a possibilidade aterrorizante de uma revolução tecnológica distópica. #Doença