Durante anos, pesquisadores espalhados pelo mundo tentam criar uma pílula que aumente o libido das mulheres, para muitos podem se tornar uma frase meio machista. Mas, pesquisadores americanos inventaram um medicamento que aumenta o fluxo sanguíneo na região genital feminina, que por muitos está sendo considerada a versão feminina do viagra.

O medicamento que está sendo comercializado com o nome de Addyi, atua no sistema nervoso central das mulheres, influenciando diretamente na dopamina. Como a maioria dos medicamentos, é considerado por muitos como altamente perigoso por causar efeitos colaterais como náuseas, tonturas e até desmaios. 

Mesmo sendo aprovado pelo maior órgão fiscalizador americano, a Food and Drug Administration (FDA), esse medicamento ainda não tem sinal verde para ser comercializado em escalas maiores.

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A FDA alertou também o alto risco de problemas hepáticos (relacionados ao fígado) com o uso desse medicamento com outros medicamentos esteroides, na qual muitas mulheres administram para uso hormonal. 

Segundo a empresa que fabrica o medicamento, informa que o produto deve ser ingerido diariamente, mas especialistas na área informa que o produto só tem resultado depois de semanas ingerindo.

A FDA já discorda do fabricante, informando que se o medicamento não tiver benefícios em oito semanas, deve ser interrompido imediatamente, a CEO da empresa que fabrica o medicamento disse que "Não queremos que um paciente que não esteja tendo qualquer benefício tome o medicamento e diga a todo mundo que ele não funciona", concordado com a FDA.

A novidade sobre o viagra feminino veio em forma de comemoração para algumas organizações e associações feministas espalhadas pelo globo.

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Terry O'Neill, presidente da National Oganization Women aplaudiu a decisão da FDA dizendo "As mulheres - não menos que os homens - merecem ter experiências sexuais satisfatórias e relações íntimas gratificantes". Outras organizações já haviam acusado a FDA em estimular a produção de medicamentos para os homens como o Viagra e Cialis, sendo a FDA acusada de machismo. #Medicina #EUA #Organização Mundial de Saúde