A síndrome de Asperger é um transtorno neurobiológico do espectro autista. A #Doença atinge mais homens do que mulheres. A cada 10 pacientes com a síndrome, só um é do sexo feminino. Seu nome é uma homenagem ao pediatra austríaco Hans Asperger, que, em 1943, deu início ao estudo do comportamento de crianças que apresentavam características como pouca empatia, dificuldades com a interação social e pouca habilidade motora. Cerca de 400 crianças foram observadas nesta pesquisa.

Hans Aperger observou os padrões comportamentais das crianças e categorizou os principais sintomas da síndrome, que são: dificuldade em fazer amizades, falta de empatia, interesse exagerado em assuntos específicos, movimentos desajeitados e dificuldade de comunicação não verbal.

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É considerada como a forma mais branda de autismo, por não interferir no processo de fala e aprendizagem. As causas ainda são desconhecidas pela ciência. Também não possui cura, podendo apenas ser atenuada mediante acompanhamento médico.

Os portadores da síndrome de Asperger vivem os momentos mais embaraçosos durante a infância e adolescência. Na fase adulta, a maioria dos portadores consegue levar um estilo de vida bem parecido com o das outras pessoas, se formando e constituindo uma família. Pelo fato de não causar atraso cognitivo e intelectual, muitas crianças não são diagnosticadas com o problema. Sintomas como a dificuldade de socializar, por exemplo, podem ser considerados apenas uma característica de personalidade.

Alguns portadores de Asperger possuem um QI muito elevado. Quando pequenos, apresentam um vocabulário muito rebuscado.

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Hans Asperger chamava os pacientes com essas características de “pequenos gênios”. Ao chegar à fase adulta, mostram um desempenho acima da média das suas funções. Muitas das personalidades históricas consideradas geniais possuem esse transtorno. E Albert Einstein era um deles.

O criador da teoria da relatividade era genial nos cálculos, mas não conseguia ser empático ao menos com os próprios filhos, além de não se relacionar bem com os colegas de trabalho. Isaac Newton sofria do mesmo mal. Revolucionou a física, mas era péssimo nas relações interpessoais. Extremamente solitário, nunca conseguiu estabelecer vínculos afetivos. Alguns historiadores acreditam que ele nunca se relacionou com o sexo oposto.

Bill Gates, a mente brilhante por trás da gigantesca Microsoft, também sofre de Asperger. Em reuniões, demonstra estar extremamente desconfortável na presença das pessoas, além da dificuldade de estabelecer contato visual.

O astro do futebol #Lionel Messi também faz parte do grupo. É nítida a diferença de comportamento dele, em relação ao dos seus colegas de trabalho.

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Contido e tímido, se esquiva sempre que pode das entrevistas coletivas. Mas, em campo, é de uma inteligência inigualável, encontra formas de se esquivar dos marcadores adversários, como nenhum outro jogador conseguiria fazer.

A lista de Asperger geniais ainda inclui: Steve Jobs, Steven Spielberg, Van Gogh, Leonardo da Vinci, Mozart, Tim Burton e Beethoven. #Blasting News Brasil