Um asteroide gigante com 1,2 km por 2,6 km vai passar perto da Terra neste sábado (10), mas de acordo com informações da NASA, o asteroide gigante não apresenta risco real a Terra, apesar de passar perto da Terra, estará vários milhões de quilômetros de distância da Terra e não apresenta risco, a NASA vem desenvolvendo projeto para monitorar objetos espaciais, e vem realizando estudos para tentar desviar asteroides, está sendo estudado uma técnica que pode salvar a Terra de um possível impacto no futuro, a missão tem um nome e chama-se AIDA (avaliação de impacto e desvio de asteroide), revelado em um congresso europeu de ciência planetária.

As sondas serão lançadas em 2020 e 2021, o plano geral da missão será dividido em duas partes: a Nasa irá enviar uma sonda projétil para colidir, enquanto isso será feito a observação do acontecimento, e por meio de outra sonda, para registrar e analisar as consequências do impacto, e de acordo com os cientistas, a sonda europeia tem como objetivo mapear e compreender melhor as características, estima-se que os equipamentos sejam lançados dois anos antes de atingir o alvo, a missão é lançar a sonda e desviar o asteroide, serão gastos centenas e milhões de dólares para viabilização do projeto.

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Os especialistas ainda não têm um orçamento divulgado, será feito uma análise das alterações que a sonda pode fazer, é uma missão muito importante estudar a estrutura dos astros, como são feitos, sua origem e como eles reagem com os impactos, a missão AIDA será a primeira a testar e estudar o sistema binário de asteroides de acordo com cientistas.

Os asteroides são corpos rochosos que giram em torno do sol, não possuem forma definida, pode apresentar diversas formas e aparências, segundo a NASA um asteroide é capaz de causar um desastre global, mais de mil asteroides circulam pela nossa vizinhança, todos potencialmente cataclismos.

O mundo pode respirar aliviado porque de acordo com as informações da NASA, asteroides perigosos têm menos de 0,01% de chances de impactar a Terra nos próximos 100 anos, dizem os cientistas.

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