Cientistas e pesquisadores têm efetuado estudos exaustivos em vários países do mundo sobre temas como fonte da juventude, perpetuação das espécies e outros assuntos mais polêmicos como a imortalidade ou ressurreição de seres que já faleceram ou entraram no que chamam de estado de hibernação. Há algumas semanas atrás foi revelado à mídia norte-americana e consecutivamente as pessoas de todo mundo, uma descoberta incrível que se não trouxer luz e explicações mais científicas ao itens acima, ao menos promete alterar a cadeia de produção de alimentos em nível mundial. 

Em 2008, no estado norte-americano de Wisconsin, foi feita uma escavação arqueológica em uma antiga reserva indígena de nome Menominee, onde as pessoas que ali estavam, fizeram uma descoberta a princípio “insignificante”, mas que com o passar dos anos se transformaria em algo extraordinário ou mesmo, porque não dizer, inacreditável.

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Os trabalhadores conseguiram desenterrar um pequeno pote de barro datado de 800 anos atrás e no seu interior havia algo que poderia mudar de uma vez por todas a real definição de conceitos como extinção, conservação e armazenamento de alimentos

No interior do vasilhame de barro, os pesquisadores encontraram várias sementes de uma mesma espécie de vegetal, que posteriormente foi conseguido determinar que se tratava de sementes de uma espécie já extinta de abóbora, ou seja, parece que as sementes foram devidamente estocadas nos potes de barro justamente com o objetivo de preservá-las para o futuro. 

Agora em 2015, sete anos passados da descoberta arqueológica, alunos da conceituada Universidade de Wisconsin resolveram finalmente plantar as sementes descobertas, no intuito de verificar o que poderia acontecer.

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E não deu outra, para surpresa de todos, o ciclo biológico da vida novamente foi reativado com o crescimento surpreendente de pés de abóbora das sementes analisadas. 

A abóbora de no mínimo 800 anos foi batizada de Gete-okosomin, que na língua indígena original Menominee pode ser traduzido por algo como "grande e velha abóbora". O crescimento das abóboras “adormecidas” está fazendo com que os cientistas trabalhem com o máximo de atenção para que a espécie não seja extinta outra vez, mas, ainda bem, que parece que isto não vai acontecer, pois as novas abóboras conseguidas com a experiência do plantio experimental estão cheias de novas sementes para replantio. 

Enfim, uma singela e simples abóbora funciona como uma prova cabal de que o poder de conservação do patrimônio genético das espécies pode levar sim, a natureza a ser preservada e auxilia ainda, no vislumbre de um futuro promissor no que diz respeito à produção de alimentos para a humanidade como um todo, o que por si só é algo maravilhoso! #Curiosidades #Agricultura #Alimentação Saudável