Conhecendo a Microcefalia

Crianças diagnosticadas com microcefalia nascem com a cabeça e o cérebro menor que o normal. Perímetro cefálico medindo menos que 33 cm e crianças acima de um ano com, perímetro cefálico menor que 42 centímetros. Esta diminuição do cérebro impede a multiplicação do neurônios, em casos graves a criança pode desenvolver autismo, convulsões, déficit mental e intelectual e paralisia.

A #Doença não tem cura e a pessoa necessita de cuidados por toda a vida. O aumento da microcefalia no Nordeste do Brasil, fez pesquisadores descobrirem a co-relação com o Zica Vírus.

A ação do vírus no feto

A mulher durante a Gravidez se for contaminada pelo Zica Vírus, transmite para o feto da seguinte forma: o vírus vai para placenta, em seguida corrente sanguínea e se aloja atrás dos neurônios, provocando uma inflamação, a qual impede a multiplicação dos neurônios e a formação normal do cérebro.

Publicidade
Publicidade

Essa criança cresce com dificuldade da fala, cognição, problemas de ordem motora e de aprendizagem, sua mentalidade não tem um desenvolvimento normal.

O Infectologista Caio Rosenthal, informa que a criança depois que nasce, se adquirir o Zika Vírus, não terá riscos de microcefalia, pois o cérebro já estará formado, mas deixa muito claro que ainda não se sabe muito sobre o zica vírus. A melhor solução é prevenção.

Crescimento da Microcefalia no Brasil

No Brasil  tem tido um aumento significativo de casos de microcefalia, total de 1761 casos suspeitos em 422 municípios e em 13 estados e Distrito Federal, sendo que o Estado do Pernambuco tem o maior número de casos, 804 casos suspeitos e foi constatados 19 óbitos de bebês com microcefalia em 8 Estados, com ligação ao Zica Vírus.

Protocolo Emergencial de Vigilância

O ministério da Saúde lançou um protocolo emergencial de Vigilância, todo bebê que nascer com a cabeça menor que 32 cm pode ser considerado microcefalia e terá acompanhamento médico diferencial. 

Este protocolo tem também o objetivo de orientações técnicas aos profissionais de saúde e equipe de vigilância, tem  também orientações de como fazer uma investigação, precisa, definindo ou excluindo casos suspeitos.

Publicidade

#Medicina