Nesta terça (29), a #Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou o fim da epidemia #Ebola na Guiné. Já fazem 47 dias desde que a última pessoa foi infectada, porém, agora os resultados deram negativos.

A República de Guiné foi o primeiro local a ter registrado o primeiro caso de ebola,  depois que se espalhou para a Libéria e Serra Leoa. Nos locais houverem 28,6 mil casos e 11,3 mil mortes. A OMS afirma que só irá considera o status "free" da Libéria a partir de 14 de janeiro de 2016, e ainda ressalta que as medidas de segurança não sejam reduzidas.

A Organização Mundial de Saúde, em nota, parabenizou o governo da Guiné e sua população por terem acabado com o surto da doença.

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Mohamed Belhocine, representante da OMS na Guiné, afirmou que temos de prestar homenagem ao governo e ao povo da Guiné que, na adversidade mostraram extraordinária liderança no combate à epidemia. Nos próximos 90 dias a OMS juntamente com seus parceiros irão apoiar o país durante o período de vigilância reforçada e nos primeiros esforços para fortalecer os serviços de saúde em 2016. A própria OMS declarou que demorou para reconhecer o vírus, que só em 2014 foi declarado como epidemia. 

O represente especial do diretor-geral da OMS, afirmou que os próximos meses serão absolutamente críticos. Os países precisam estar plenamente em grau de prevenir, identificar e responder a eventuais novos casos. Já se passaram 2 anos desde a última pessoa infectada pelo vírus Ebola, um bebê da Guiné foi o paciente zero.

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O bebê contraiu a doença devido a um morcego infectado.

Em alguns outros países como Senegal, Espanha, Estados Unidos, Itália e Reino Unido, os casos isolados foram tratados, a maioria eram médicos ou enfermeiros que contraíram o vírus do ebola enquanto atendiam os doentes dos países mais afetados como Libéria, Guiné e Serra Leoa. A OMS afirma que, os países mais afetados pela epidemia são Guiné, Libéria e Serra Leoa.

Foram detectados mais dez pequenos focos de ebola entre março e novembro, que estão relacionados com ao reaparecimento do vírus e que está presente em uma parte da população masculina que sobreviveu.