O Departamento de Saúde Pública do Reino Unido faz um alertar para os fumantes do país sobre os perigos de doenças graves como a DPOC (#Doença pulmonar obstrutiva crônica). A nova campanha lançada pelo governo britânico conta com o alerta de especialistas sobre o comportamento, comum entre pessoas que fumam, para os sinais precoces da doença.

 A conselheira de saúde pública, Sally Davies, diz que o mais importante é parar de fumar. "A melhor coisa que um fumante pode fazer para reduzir as chances de desenvolve uma doença como DPOC que é devastadora, e prolongar sua vida é parar de fumar", conclui.

A DPOC estreita as vias aéreas e causa dificuldade para realizar tarefas do dia a dia mesmo elas sendo simples.

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 Ao prosseguirem fumando eles correm risco de agravar, a “tosse de fumante" pode prejudicar ainda mais a qualidade de vida. A melhor coisa a se fazer é parar de fumar, fazer exercícios físicos específicos e tomar remédios que possa diminuir a progressão da doença são algumas recomendações dadas pelos médicos para diminuir os danos provocados pela doença.

 As pesquisas mostram que essa doença já atinge mais de 1 milhão de pessoas na Inglaterra em cada 10 casos, nove são causados pelo cigarro.

Sem cura  

Pessoas que desenvolvem essa doença passam a ter dificuldades para respirar, isso por conta do estreitamento das vias aéreas e da destruição do tecido que compõe os pulmões. Os sintomas típicos mais conhecidos:  falta de ar durante prática de atividades físicas, tosse persistente e infecções respiratórias frequentes.  Mesmo que não haja cura, vale a pena colocar em praticas importantes atitudes para reduzir os danos provocados pela doença.

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O tabagismo é  principal causa de mortes evitáveis e importante fator de risco para o desenvolvimento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – como câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares. No Brasil, ele ainda é maior entre os homens (12,8%) do que entre as mulheres (9%). A faixa etária de maior consumo é entre 45 e 54 anos (13,2%) e a menor, entre os 18 e 24 anos (7,8%). #Tratamento #Organização Mundial de Saúde